A Copa do Brasil é a competição mais democrática do futebol brasileiro. Isso porque, mesmo com alguns problemas ao longo das duas primeiras fases, como a falta de estrutura em alguns estádios para a utilização do VAR, permite que muitas equipes consigam “fazer o seu ano” com duas classificações. Isso porque, apenas a classificação para a terceira fase garante mais de R$ 3 milhões, somando com a premiação da primeira fase.
Dito isso, na noite desta quarta-feira (15), o Goiás foi até o estado do Pará enfrentar o Águia de Marabá, equipe que disputa a Série D do Campeonato Brasileiro. Dentro dos 90 minutos, os dois times sofreram e a partida foi bastante equilibrada. Somente nos últimos 20 minutos da partida, o Goiás começou a pressionar bastante, mas não foi o suficiente para tirar o zero do marcador, já que o goleiro Axel Lopes foi o grande nome do duelo.
Com isso, a decisão foi para as penalidades máximas, já que, diferentemente da primeira fase, o empate não classifica o mandante. Nas cobranças, foram necessárias 20 batidas. O time da casa perdeu três e o Esmeraldino quatro, sendo eliminado de maneira precoce. Dentre os atletas que perderam a penalidade, o mais questionado foi o lateral Maguinho, de 31 anos.

Todavia, em entrevista concedida ao programa Feras do Esporte, da BandNews FM, o presidente do Conselho Deliberativo do Clube defendeu o atleta:“Primeiramente, não podemos crucificar o Maguinho por ter errado o pênalti. Ele não vinha bem, mas estava se recuperando. Não podemos ficar descartando jogadores. No ano passado, em praticamente todas as partidas que o Maguinho disputou, o time não perdeu. Ele é um jogador importante, um jogador maduro”, revelou Edminho Pinheiro.
O Goiás era para ter liberado o Maguinho mês passado, o resultado de insistir nele veio hoje. Tem contrato até final de 2024.
Guto, te falar, se insistir em Diego Gonçalves, esquece, você não vai longe na temporada.
Zé Ricardo ou você acorda, ou você acorda.
— Victor Pimenta�� (@VictorPimenta14) March 16, 2023





