A diretoria do Fluminense já se movimenta nos bastidores e monta seu planejamento para a próxima temporada. Em meio a reta final do Campeonato Brasileiro, com a equipe na luta por uma vaga na Copa Libertadores da América após perder contato com os líderes, a alta cúpula já pensa em um novo treinador e também em reforços.
Depois da saída de Odair Hellmann, que aceitou uma proposta do mundo árabe, o ídolo Marcão assumiu como treinador e não vive um bom início, acumulando um empate, com o Vasco, e umaderrota, para o Atlético-GO. De acordo com informação do jornalista Jorge Nicola, dois nomes já vem sendo estudados: Dorival Júnior, atualmente sem clube, e Lisca, que está em alta no América-MG.
Visando reforços, o Fluminense está próximo de fechar com o lateral-direito Samuel Xavier, que tem contrato com o Ceará até o término da temporada, em fevereiro. Já para o setor ofensivo, o alvo é Miguel Borja, do Palmeiras. Segundo Nicola, um conselheiro influente no Tricolor confessou que o colombiano agrada aos dirigentes.

O atacante, de 27 anos, foi devolvido pelo Junior Barranquilla (COL) ao Palmeiras após empréstimo e tem futuro indefinido. O jogador não pode ser inscrito pelo clube no Brasileirão e Copa do Brasil e também não deve ser utilizado pelo técnico Abel Ferreira na Libertadores. A missão do Fluminense pela contratação, no entanto, não é nada fácil.
A intenção do Palmeiras, caso Borja não seja reintegrado ao grupo, é negociar o jogador. A estratégia do Tricolor das Laranjeiras é convencer os paulistas de um novo empréstimo, válido a partir de março,visando valorizardo atacante, que marcou 20 gols em 36 jogos em 2020. O Verdão tem o desejo de recuperar ao menos parte dos 13,5 milhões de dólares investidos em 2017.





