Após Adriano Imperador, Diego Ribas foi o jogador que honrou a camisa 10 do rei Zico. O meio-campista, apesar de dividir opiniões entre os torcedores, é um ídolo dentro do clube e foi essencial para o Flamengo ganhar o bicampeonato da Copa Libertadores da América. A entrada do craque no segundo tempo daquele confronto, mudou o clima do jogo e será lembrado eternamente na história do Rubro-Negro.
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Diego chegou ao Mais Querido do Brasil na gestão de Eduardo Bandeira de Mello. O jogador sucedeu Guerrero e foi considerado uma contratação de impacto. A chegada do atleta mexeu com a torcida flamenguista, que foi recepcioná-lo no aeroporto. Centenas de pessoas abraçaram o craque naquela ocasião e o medalhão jogou muita bola no segundo semestre de 2016.
Em 2017, Ribas também fez ótimos jogos, mas acabou machucando um dos joelhos e ficou de fora em partidas importantes daquele ano. A maior crítica dos torcedores em cima do futebol do atleta é o poder de decisão do meio-campista. Mas, o camisa 10 provou na temporada passada que ainda possa ser muito útil no Flamengo. O curioso que Bandeira tentou contratar um outro jogador para a posição antes de tirar repatriar o atleta da Europa.
No final de 2012, o então mandatário Rubro-Negro se reuniu com Alex e apresentou um projeto grandioso para tê-lo. Em umaliveconcedida para a jornalistaRaisaSimplício, do portal “GOAL”, o atual comentarista dos canais ESPN, confirmou a informação e deu detalhes das tratativas: “Tive uma conversa muito boa mesmo. O que Bandeira me falou acabou acontecendo com o Flamengo. Obvio que um pouquinho depois que ele imaginava. Acho que um ou dois anos depois”.
A antiga diretoria do clube carioca queria ter o ex-jogador para ser uma espécie de liderança dentro e fora de campo. O medalhão era para ser o que está sendo Diego nesses quase quatro anos de Ninho do Urubu.








