O Inter se despediu, no início da última semana, do vice-presidente de futebol, João Patrício Herrmann, que pediu demissão. Outro nome da parte gerencial que também tem sido pressionado é Paulo Bracks, executivo de futebol.
“Me retiro do cargo com a ideia de que possuímos um elenco equilibrado, com atletas que já vestiram camisa de seleção, tanto na base quanto profissional, e que tem muita qualidade individual, assim como capacidade de reação”, explicou Herrmann.
A direção sabe que precisa de novos reforços, mas não pretende gastar muito. Atletas livres no mercado ou sem clube se tornam opções viáveis, já que a pandemia da Covid-19 teve um impacto gigantesco nas finanças coloradas. Miguel, que vinha sendo monitorado, rescindiu seu contrato com o Fluminense.

De acordo com a “Revista Colorada”, seu pai e empresário, José Roberto Lopes, aguarda apenas um contato do Inter para avançar na negociação. O Santos de Fernando Diniz também monitora a situação do jovem, que surgiu como uma grande promessas nas categorias de base.
“A gente a partir de agora vai sentar com os clubes que manifestaram interesse nele antes. Vamos ver se o Inter mantém interesse e aí vamos decidir”, afirmou José, em entrevista ao site.





