Em nono lugar no Campeonato Espanhol e com duas derrotas na fase de grupos da Champions League, o Barcelona vive uma crise sem precedentes em sua história. No início desta temporada, o clube perdeu Lionel Messi após 21 anos, e contratou poucos jogadores para esta temporada, apenas dois de renome: Depay e Agüero.

Porém, a dívida em contratações de jogadores é grande, segundo o site espanhol 2Playbook, atingindo a casa de 115,4 milhões de euros (R$ 726 milhões). Essa dívida será paga ao longo das próximas duas temporadas, em duas parcelas: a primeira, de 82 milhões de euros em 2022-23, e a segunda de 33,5 milhões de euros em 2023-24.

Por incrível que pareça, a dívida maior é referente à contratação do volante Miralem Pjanic, hoje no Besiktas, da Bélgica. São 39 milhões de euros (R$ 245 milhões) no total, sendo 37 milhões para a Juventus e o restante dividido entre Roma e Lyon, clubes pelos quais o bósnio havia passado antes de atuar pela Velha Senhora.

Entre os clubes, o Ajax é aquele que o Barcelona tem mais pendências a acertar. São 48 milhões de euros (R$ 302 milhões) referentes às compras do meia Frenkie De Jong e do lateral-direito Sergiño Dest, a serem pagos até 2024. Para o Liverpool, pela compra de Philippe Coutinho, o Barça deve 13 milhões de euros (R$ 81 milhões).

Outros brasileiros estão nesta conta: o volante Arthur e o lateral-direito Émerson Royal. A respeito do jogador atualmente na Juventus, o Barça deve ao Grêmio 6,7 milhões de euros (R$ 42,5 milhões) e ao Real Betis 9 milhões de euros (R$ 56 milhões), referentes à compra do atual defensor do Tottenham.