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Futebol

Ataque terrorista e terremotos: a saga de um ex-jogador do Santos até se consagrar no Uzbequistão

Mateus Lima jogou no time b do Santos e enfrentou ataques terroristas e terremotos na Ásia até se consagrar no Uzbequistão

Mateus Lima vem conquistando sucesso no Uzbequistão
© Reprodução / Instagram @mateuslima93Mateus Lima vem conquistando sucesso no Uzbequistão

Mateus Lima, ex-jogador do Santos, alcançou grande sucesso na Ásia como jogador do Nasaf Qarshi, no Uzbequistão. No entanto, sua trajetória até o sucesso na região passou por vários percalços como um ataque terrorista e terremotos. O atleta de Minas Gerais foi revelado no Grêmio Barueri e esteve no time profissional do Sport em 2013. Pouco depois, ele ficou meses sem jogar em nenhum time.”Durante esse período ajudava meu pai dando treinos na escolinha de futebol e trabalhando na lojinha dele de material esportivo, fazendo cobranças”, disse Mateus em exclusivaaoESPN.com.br.

Na sequência, ele defendeu vários times até ser transferido para oFK Kukesi, da Albânia. Lá, ele sofreu com o racismo e também com os terremotos.“Buscava um espaço no futebol europeu e infelizmente vivi situações de racismo dentro e fora de campo. Mas isso nunca me abalou porque estava focado no que eu queria”, relatou ele, que acertou com o time B do Santos em 2016.

Mateus Lima - Foto: Instagram @mateuslima93
Mateus Lima – Foto: Instagram @mateuslima93

“Foi um momento muito especial na minha carreira, um sonho de criança que se realizou. Tenho muitas recordações boas do tempo em que estive lá. Treinei com grandes jogadores, como Gabigol, Ricardo Oliveira e Lucas Lima”, comentou Mateus. O sonho de jogar no time profissional do Santos foi encerrado quando sofreu uma lesão no joelho.

Após um tempo parado, Mateus retornou à Europa e lá jogou noBorac Cacak, da Sérvia, e noSlaven, da Croácia. Na sequência de sua carreira, ele esteve também no Hapoel Nof HaGalil e o Hapoel Rishon, ambos de Israel.“Foi o país em que vivi as maiores experiências da minha vida. Vi ataques terroristas e vivi de perto a guerra que existe naquela região. Passei noites sem dormir preocupado com os mísseis que eram lançados no país. Ficávamos sempre em estado de alerta para que pudéssemos correr para obunker(um quarto anti-bombas) quando a sirene tocasse. Foram momentos tensos, mas passamos ilesos para contar a história”, lembrou ele, que chegou aoNasaf Qarshi em 2022.

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