O Fluminense bateu o pé no mercado e mostrou força para segurar uma de suas joias do momento. Mesmo diante de uma proposta milionária do Boca Juniors, a diretoria tricolor decidiu não negociar Kevin Serna, reforçando a estratégia de manter sua espinha dorsal para a sequência da temporada e valorizando um atleta que vive grande fase.

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O interesse argentino ganhou força nos últimos dias, mas o clube carioca foi rápido. O Boca Juniors formalizou uma oferta de US$ 5 milhões (cerca de R$ 26 milhões) pelo atacante colombiano, valor que chegou oficialmente às Laranjeiras.
Ainda assim, o Fluminense recusou a investida e deixou claro, já no primeiro contato, que não pretende vender o jogador nesta janela. Dentro de campo, Serna deu todos os motivos para essa postura firme.
Na quinta-feira (22), pelo Campeonato Carioca, o atacante saiu do banco para ser decisivo contra o Nova Iguaçu. Com dois gols, comandou a virada tricolor e garantiu a vitória por 3 a 2, em atuação que incendiou o Maracanã e confirmou seu protagonismo.
Quem leva a melhor?
A repercussão do desempenho foi imediata. Internamente, a avaliação é de que Serna se tornou peça-chave no modelo de jogo, especialmente pela capacidade de acelerar o ataque, quebrar linhas e decidir partidas. . O departamento de futebol, inclusive, já o enxerga como titular em potencial absoluto. Para evitar qualquer desgaste nos bastidores, o Fluminense foi além da recusa.
O clube iniciou um movimento de valorização salarial, oferecendo um reajuste ao colombiano como reconhecimento pelo desempenho e também como forma de blindá-lo do assédio externo. A mensagem foi direta: Serna é importante e está nos planos.
Cenário favorece ao Grêmio
O cenário contratual também favorece o Tricolor. Kevin Serna tem vínculo até dezembro de 2027, o que garante tranquilidade nas negociações e poder de decisão ao clube. Diferentemente de outros momentos recentes, não há urgência financeira nem risco de saída gratuita no curto prazo.








