O Fluminense vive um momento político importante, já que no sábado (26), acontece a votação do próximo presidente do Clube para o triênio 2023-2025, das 9h às 18h, na sede, nas Laranjeiras. 

Em entrevista para o Globo Esporte, Mário Bittencourt, de 44 anos, falou sobre os próximos passos do Fluminense se for reeleito nas eleições. Ele tenta dar seguimento na presidente com a chapa "Com Amor e Com Vigor!", que tem o número 30. 

 

Sobre Diniz, ele informou que o treinador só irá decidir o seu futuro após o novo presidente ser escolhido:  "Essa é uma pergunta que deveria ser feita a ele. Os motivos pelos quais ele fez essa opção. Mas a gente veio conversando ao longo de todo esse período, e ele acredita que, para você desenvolver um bom trabalho, tem que ter uma retaguarda, um suporte. A gente já fez uma proposta, ele já concordou com a proposta, e será um contrato de dois anos até 2024. Até porque a legislação trabalhista só permite que contratos a prazo determinado de treinadores sejam no máximo de dois anos. Obviamente poderemos discutir depois uma renovação até o final da gestão de 2025, caso a gente esteja no comando do clube."

Mário Bittencourt também falou sobre as dívidas do Fluminense, um fator importante para definir os próximos passos do Clube: "A dívida continua equacionada e equilibrada. Nós pagamos mais ou menos R$ 290 milhões de dívida. E obviamente que em razão dos juros, da correção, especialmente da dívida fiscal, você não consegue ter uma redução grande nesses primeiros três anos e meio. Porque os juros e a correção no Brasil, na justiça brasileira, são muito altos. E isso fez com que a gente conseguisse controlar a dívida, equacionar." 

E completou: "O que o Fluminense hoje não tem? Não tem mais penhora nas suas contas, tem possibilidade tranquila de fluxo de caixa, consegue pagar os salários em dia, justamente porque a gente pagou R$ 290 milhões de dívida, equacionou a dívida e mantém o clube funcionando. Dívida essa que foi construída em grande parte pelas duas gestões anteriores, das quais participavam como vice-presidente de projetos especiais, e conselheiro responsável pela aprovação de contas e principal apoiador da candidatura do Rolim, que é o Pedro Antônio."