Lucas Paquetá está de volta ao Flamengo, clube onde foi formado, e o meia tem diante de si a chance de cumprir rapidamente o principal objetivo do retorno: conquistar títulos vestindo a camisa rubro-negra.

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A primeira oportunidade surge neste domingo, às 16h (de Brasília), quando o Flamengo enfrenta o Corinthians pela Supercopa do Brasil. O duelo marca a possibilidade de Paquetá iniciar sua segunda passagem pelo clube já levantando uma taça de expressão nacional.
A empolgação com o reencontro ficou evidente ainda nos primeiros dias no Ninho do Urubu. Mesmo sob chuva, o jogador saiu do centro de treinamento para atender torcedores. Ao ouvir o pedido por títulos, respondeu sem hesitar: “Eu voltei para isso!”.
Formação, saída precoce e retorno histórico
Cria do Ninho do Urubu, Paquetá acumulou conquistas ainda na base, com destaque para o título da Copinha de 2016. No profissional, porém, não viveu o período mais vitorioso do clube, conquistando apenas o Carioca de 2017 antes de ser negociado.
Vendido ao Milan, o meia iniciou uma trajetória europeia que o afastou do ciclo vencedor iniciado pelo Flamengo a partir de 2019. Após rodar por diferentes ligas, Paquetá retorna ao clube em um cenário completamente distinto daquele que encontrou ao sair.
A contratação, avaliada em 42 milhões de euros, se tornou a mais cara da história do futebol brasileiro. Paquetá chegou ao Rio na quinta-feira, treinou no dia seguinte e assinou contrato válido até dezembro de 2030 com o Rubro-Negro.

Paquetá durante encontro com Filipe Luis. Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Condição física e estreia controlada
Sem atuar desde 6 de janeiro, quando defendia o West Ham, Paquetá passou por um período de dores nas costas e optou por não jogar enquanto a negociação não era concluída. Na temporada europeia, somou 19 partidas, cinco gols e uma assistência.

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Regularizado no BID, o meia está à disposição de Filipe Luís, viajou com a delegação, mas não deve iniciar como titular. A expectativa é de uso gradual, cenário semelhante ao de Arrascaeta e Jorginho, que também não devem começar a decisão.








