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Aerofla? Estatística revela que um a cada quatro gols do Flamengo em 2025 nasceu de cabeça

De acordo com levantamento do Bolavip Brasil, cerca de 25% dos gols do Flamengo aconteceram após jogadas aéreas em "ano mágico"

Os torcedores e jogadores do Flamengo se acostumaram a levantar os braços para o alto em 2025. Com sete títulos oficiais, incluindo a Copa Libertadores e o Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro “fez a limpa” em uma temporada vitoriosa e que estará na história do clube.

Gol de Danilo é um exemplo da força ofensiva pelo alto do Flamengo em 2025. Foto: Hector Vivas/Getty Images
Gol de Danilo é um exemplo da força ofensiva pelo alto do Flamengo em 2025. Foto: Hector Vivas/Getty Images

Mas além do ato de comemorar, os olhares para o alto também significaram algo muito positivo para o Fla. Mesmo com o time de Filipe Luís sendo conhecido pela posse de bola, agressividade e qualidade, a bola aérea se tornou peça essencial da equipe ao longo do ano.

Sob o comando do multicampeão Rodrigo Caio, que hoje integra a comissão técnica, o time carioca teve grande soberania pelo alto. Dos 143 gols marcados, 34 deles foram de cabeça. Em um deles sendo o mais conhecido, que foi o gol de Danilo contra o Palmeiras, na decisão em Lima.

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Entendendo a força aérea do Flamengo

De acordo com levantamento do Bolavip Brasil, cerca de 25% dos gols marcados pelo Flamengo nasceram de cabeçadas. Se a gente for considerar a bola aérea como início ou parte de uma jogada, esse número pode chegar aos 40%.

Na prática, isso significa que a cada quatro vezes em que o Fla balança as redes, uma delas tende a iniciar ou ser concluída pelo alto. Dentro dos padrões do futebol moderno, essa a marca é muito elevada, já que a média costuma variar entre 12% a 15%.

Bola aérea foi arma fatal do Fla na temporada. Foto: Marlon Costa/AGIF

Bola aérea foi arma fatal do Fla na temporada. Foto: Marlon Costa/AGIF

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O que mais chama a atenção não é a força de Pedro, Arrascaeta e Bruno Henrique em gols de cabeça, mas dos zagueiros. Pilares na defesa, Léo Ortiz, Léo Pereira e Danilo se tornaram armas. No Intercontinental, dos cinco gols marcados, dois deles foram de cabeça. Algo que representa 40% de todo o bolo.

Jogadas ensaiadas, fator Rodrigo Caio e efetividade

O que chama a atenção nos jogos é que o Flamengo não utiliza a jogada apenas em lances de escanteios, mas também em faltas laterais e até cruzamentos que nascem pelos lados. Curiosamente, Varela se apresentou mais ao ataque na temporada e, consequentemente, teve grande contribuição.

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Como falado anteriormente, Rodrigo Caio vem sendo um dos pilares nesta construção ofensiva pelo alto. Desde a chegada do ex-jogador rubro-negro na comissão, é nítido o aumento do repertório em escanteios curtos, faltas laterais ensaiadas e sincronização com os zagueiros “atacando a área”.

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