No Grande Prêmio da Espanha de 2022, a Mercedes mostrou-se bem mais competitiva que nos GPs anteriores. Primeiro, George Russel segurou e batalhou com os carros da Red Bull (Sérgio Perez e Max Verstappen) por muitas voltas e terminou em terceiro lugar. E Lewis Hamilton, teve uma corrida menos constrangedora que as anteriores e ficou com a P5.
O que isso quer dizer? Que a Mercedes encontrou o erro que estava deixando seus pilotos (principalmente o heptacampeão) bem incomodado, assim como Toto Wolf. Porém, todos sabem que será praticamente impossível a construtora lutar pelo título neste ano, seja de pilotos, como de equipes. Hoje, Russel é o 4º com 74 pontos e Lewis, ocupa o 8º posto, com 46. O líder é Max Verstappen, com 110.
Já no mundial de construtores, mesmo com o terceiro lugar (120 pontos), os alemães estão atrás dos italianos da Ferrari, com 169 e dos austríacos da Red Bull Racing, que lideram com 195. Claro que há muito pela frente, mas sendo realista, será muito difícil para a Mercedes conseguir o oitavo título consecutivo.

Por outro lado, a Mercedes pode, a partir de agora, compreender o que funciona e o que precisa melhorar no carro para o restante da temporada, para sair de coadjuvante, para mais um postulante pelas primeiras colocações no grid. Desde o começo da temporada 2022, a Mercedes diz que não saberia o que fazer no W13, enquanto o carro pulasse sem parar na pista, agora, no GP da Espanha, sem os quiques, os carros melhoraram e a Mercedes tem agora um carro normal para oferecer a Lewis Hamilton e George Russell.
Até a volta 56, desde o pit stop não programado na primeira volta, Lewis tirou 12.3s de Verstappen e 32,6s de Perez.
Se a corrida tivesse corrido normalmente, ele teria se tornado um adversário perigoso para ambas as Red Bulls. Não para Leclerc.
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— Mercedes-AMG F1 Brasil ���� (@MercedesAMGF1BR) May 24, 2022
A Fórmula 1 volta com tudo na próxima semana, com o Grande Prêmio de Mônaco, casa do piloto Charles Leclerc, da Ferrari.




