O clássico entre Corinthians e Palmeiras começou com um roteiro claro na Neo Química Arena. Desde os primeiros minutos, o time alvinegro adotou uma postura agressiva, pressionando a saída de bola do rival e empurrando o jogo para o campo defensivo palmeirense.

A estratégia de marcar alto deu resultado em controle territorial e volume ofensivo. O Corinthians manteve o Palmeiras encurralado, dificultou a construção desde o tiro de meta e passou a rondar a área adversária com frequência, especialmente pelo lado direito do ataque.
Breno Bidon finaliza com perigo após jogada bem construída
A melhor chance alvinegra no primeiro tempo surgiu aos 18 minutos. Memphis recebeu aberto na ponta direita, atraiu a marcação e encontrou Breno Bidon infiltrando na área. O camisa 7 ajeitou o corpo com qualidade e bateu cruzado, levando perigo real ao gol palmeirense.

Breno Bidon e Vitor Roque em disputa de bola pelo Dérbi do ano passado
A finalização saiu com força e direção, passando próxima à trave, obrigando o Palmeiras a apenas acompanhar a bola sair pela linha de fundo. A jogada evidenciou não só o bom momento de Bidon, mas também o encaixe da movimentação ofensiva do Corinthians.
Pressão na saída de bola sufoca o rival
Mais do que uma jogada isolada, a chance criada foi consequência direta do comportamento coletivo do Corinthians. O time se posicionou alto mesmo nos tiros de meta do Palmeiras, com linhas avançadas e encaixes individuais bem definidos.
Na imagem do lance, é possível observar o bloco corinthiano ocupando o campo ofensivo, reduzindo espaços e forçando o rival a rifar a bola ou cometer erros. A pressão coordenada manteve o jogo longe da área defendida pelo Corinthians e reforçou o controle emocional do clássico.
Postura ativa dita o ritmo do Dérbi
Com essa abordagem, o Corinthians conseguiu impor seu ritmo, neutralizando a saída curta do Palmeiras e ditando o andamento da partida. A equipe mostrou intensidade, organização e leitura clara do que o jogo pedia nos minutos iniciais.

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Se mantiver esse padrão de pressão e presença no último terço, o Corinthians tende a transformar o domínio territorial em chances ainda mais claras ao longo da partida.








