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Duílio entrega plano para VP em 2023 e revela ponto crucial do técnico: "Nunca vi isso na história..."

Presidente manda a real sobre o técnico e declara se deseja mantê-lo no cargo para a próxima temporada ou não

Agif/Marcello Zambrana e Agif/Mauro Horita - Vítor Pereira tem cargo analisa por Duílio Monteiro
Agif/Marcello Zambrana e Agif/Mauro Horita - Vítor Pereira tem cargo analisa por Duílio Monteiro

O torcedor do Corinthians viveu uma montanha-russa de sentimentos nos últimos anos. O Timão foi de multicampeão do Brasileirão (2015 e 2017) a um clube que disputava apenas o meio da tabela (de 2018 até 2020). A pessoa que trouxe o espírito competitivo de volta, colocando esperança na Fiel após anos, foi o treinador Vítor Pereira. De fora da Libertadores de 2021, o português classificou a equipe para a competição continental novamente 2022 e terá na Copa do Brasil a oportunidade de levantar a primeira taça com o Clube.

Porém, a história do profissional com o Alvinegro não é só de amores. Como tudo no Corinthians, a passagem de VP também é vivida intensamente. Após um início promissor na Série A de 2022, o Timão está atualmente na 5ª colocação e se afasta da corrida pelo título. Apesar das críticas de parte da torcida, o presidente Duílio Monteiro Alves garante que deseja permanecer com o treinador e que a utilização de atletas da base do Clube é o principal ponto positivo.

“Lógico que a gente quer, tem muita vontade que o Vítor continue porque o trabalho é muito bom. Os jogadores da base estão tendo oportunidades, isso é muito importante. Eu nunca vi isso na história do Corinthians, um treinador que desse tantas oportunidades aos garotos da nossa base. Isso valorizou bastante muitos atletas nossos”, elogia Duílio.

Agif/Ettore Chiereguini – Duílio quer manter Vítor Pereira como técnico do Corinthians

Porém, apesar do desejo de Duílio, o próprio presidente não garante a permanência de Vítor Pereira. Segundo o dirigente, até o técnico gostaria de permanecer, mas a família do profissional deve participar diretamente dessa escolha. A motivo de comparação, outros treinadores estrangeiros já deixaram o Brasil por questões familiares mesmo tendo identificação com os clubes. Esse foi o caso de Jorge Jesus, que deixou o Flamengo em 2020.

“Eu tenho conversado muito com o Vítor, sinto uma vontade dele ficar, mas ele tem outras coisas para resolver na vida dele. A gente deu uma segurada nisso porque o principal agora são as duas finais. Nesse ano o Brasileiro termina no começo de novembro e isso joga a favor”, aponta o presidente do Corinthians.

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