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Bruno Henrique precisa quebrar regra incomoda contra o Palmeiras na final pelo Flamengo

Com a partida ocorrendo em Lima, no Peru, no dia 29 de novembro, atacante assume função decisiva na grande final da Libertadores

Bruno Henrique - Foto: Buda Mendes/Getty Images
© Getty ImagesBruno Henrique - Foto: Buda Mendes/Getty Images

A Responsabilidade Caiu No Colo

O Flamengo entra em campo neste sábado pressionado por desfalques importantes na final da Libertadores contra o Palmeiras. Com Pedro lesionado e Gonzalo Plata suspenso, a responsabilidade pelos gols recai quase toda sobre Bruno Henrique. O jogo começa às 18h, no Estádio Monumental de Lima.

Experiente e acostumado a jogos grandes, o camisa 27 sabe do peso que carrega. Mesmo não vivendo seu melhor momento físico ao longo da temporada, ele aparece como a principal referência ofensiva rubro-negra para uma decisão que pode entrar para a história do clube.

O cenário, porém, traz um desafio extra. Bruno Henrique nunca marcou gols contra o Palmeiras vestindo a camisa do Flamengo. Em dez partidas pelo clube carioca diante do rival, o atacante passou em branco, contribuindo apenas com três assistências.

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Um Tabu Que Incomoda

Apesar do tabu pessoal, o retrospecto coletivo é favorável. São seis vitórias, três empates e apenas uma derrota diante do Palmeiras, justamente a mais dolorosa: a final da Libertadores de 2021, decidida no tempo extra. O dado alimenta confiança, mas não apaga o desconforto individual.

Torcida do Flamengo durante partida contra Palmeiras no estadio Maracana pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Torcida do Flamengo durante partida contra Palmeiras no estadio Maracana pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

O único gol de Bruno Henrique contra o Palmeiras na carreira aconteceu ainda em 2015, quando defendia o Goiás. Desde então, o atacante acumulou grandes jogos decisivos, mas nunca conseguiu balançar as redes do Verdão vestindo vermelho e preto.

Em uma final única, o peso psicológico desses números ganha ainda mais relevância. Quebrar o tabu justamente no maior palco do continente pode transformar Bruno Henrique em personagem central da decisão.

Função Que Não É A Preferida

Além do tabu, há o dilema tático. Sem Pedro, Bruno Henrique deve atuar como centroavante, função que ele próprio já admitiu não ser a de sua preferência. O atacante sempre rendeu melhor saindo pelos lados, explorando velocidade e profundidade.

Mesmo assim, Bruno se colocou à disposição de Filipe Luís. Em conversas recentes, deixou claro que prefere atuar aberto, mas entende a necessidade do time em um cenário de decisão, ainda mais diante de tantas ausências no setor ofensivo.

Diante do Palmeiras, o Flamengo aposta na experiência, na leitura de jogo e no histórico decisivo do atacante em mata-matas. Entre dilemas, tabus e adaptações, Bruno Henrique terá 90 minutos para tentar reescrever sua própria história.

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