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Crespo muda discurso e relaciona Oscar no São Paulo após dois meses para recuperar criatividade

Depois de 75 dias fora por fratura nas vértebras, Oscar volta ao grupo e pode ganhar minutos controlados; Crespo diz que retorno será em etapas

Oscar no São Paulo - Foto: Erico Leonan/São Paulo FC
Oscar no São Paulo - Foto: Erico Leonan/São Paulo FC

Entenda o motivo de Oscar voltar antes do previsto no São Paulo

O meia Oscar voltou a figurar entre os relacionados do São Paulo após 75 dias longe dos jogos. A inclusão no banco para a partida contra o Fortaleza mostra que Hernán Crespo reavaliou o quadro clínico e as necessidades do time.

A decisão combina a recuperação clínica do jogador com a urgência por criatividade no setor ofensivo do Tricolor. A lesão nas vértebras lombares foi grave e exigiu cuidados prolongados do departamento médico.

Oscar treinou com o grupo, mas ainda não vinha suportando treinamentos em intensidade total, o que pesou na avaliação. Por isso a comissão tem sido cautelosa: liberar o jogador para poucos minutos reduz o risco de recaída.

Decisão técnica

A motivação para trazê-lo ao banco foi também esportiva: o time vive seca de gols e queda de rendimento ofensivo. Oscar é, historicamente, um articulador capaz de quebrar linhas e criar chances em jogadas de ruptura.

Oscar no São Paulo - Foto: Erico Leonan/São Paulo FC

Oscar no São Paulo – Foto: Erico Leonan/São Paulo FC

Com Rodriguinho em baixa e Marcos Antônio no limite, a volta gradual do camisa 8 ganha força como alternativa tática. Crespo vinha sendo enfático sobre o cuidado com o jogador e manteve o discurso de paciência até a última hora.

Mudança de rota

“Eu quero ter calma com ele… aqui não tem super-heróis”, disse o técnico, destacando a preocupação médica e o longo processo de recuperação.
Mesmo assim, a necessidade de mudar o cenário ofensivo e a evolução nos treinos convenceram a comissão a relacioná-lo.

A volta não significa titularidade: o plano é usar Oscar de forma progressiva, com 20 a 30 minutos por jogo inicialmente. Essa estratégia busca testar ritmo, tolerância e capacidade de suportar contatos sem expor o atleta a riscos maiores. Se responder bem, pode ser opção para o clássico e para recompor a dinâmica criativa do meio de campo.

Internamente, a medida foi recebida com alívio, mas também com cautela por parte da diretoria e da comissão.
Torcedores aguardam impacto imediato, mas a leitura do clube é de que o retorno deve ser feito com calma para garantir longevidade.
Se Oscar corresponder em minutos controlados, o São Paulo ganha uma carta técnica que pode mudar o patamar ofensivo nas rodadas finais.

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