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20 grandes jogadores que não tiveram a chance de jogar pela Seleção Brasileira

Eles marcaram época, fizeram história nos clubes e encantaram torcidas, mas nunca defenderam o Brasil em campo

Jogadores que não tiveram oportunidades na Seleção

Nem todos os grandes talentos do futebol nacional tiveram a oportunidade de vestir a camisa mais cobiçada do país. Ao longo das décadas, inúmeros craques brilharam em clubes brasileiros e até no exterior, mas jamais receberam uma convocação para representar a Seleção Brasileira.

Nenê, Dagoberto e Magrão: jogadores nunca foram convocados pela Seleção Brasileira. Fotos: Buda Mendes/Getty Images, Washington Alves/Getty Images e Buda Mendes/Getty Images
Nenê, Dagoberto e Magrão: jogadores nunca foram convocados pela Seleção Brasileira. Fotos: Buda Mendes/Getty Images, Washington Alves/Getty Images e Buda Mendes/Getty Images

Alguns foram injustiçados, outros esbarraram na concorrência ou em decisões técnicas. Mesmo assim, todos deixaram marcas expressivas em suas trajetórias, sendo lembrados com carinho por torcidas e admiradores do esporte.

A seguir, confira uma lista com 20 jogadores de destaque que, apesar de carreiras brilhantes, nunca defenderam oficialmente a Seleção Brasileira principal.

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20. Dicá

Dicá é ídolo na Ponte Preta. Foto: Fabio Leoni/PontePress

Dicá é ídolo na Ponte Preta. Foto: Fabio Leoni/PontePress

Oscar Sales Bueno Filho, conhecido como Dicá, é o maior ídolo da história da Ponte Preta e detentor do recorde de partidas pelo clube. Mesmo vivendo um grande momento em 1977, o meia nunca recebeu uma convocação para a Seleção Brasileira, o que sempre o deixou frustrado.

Em entrevistas, Dicá chegou a dizer que ficou com “um gosto amargo” por não ter sido lembrado, especialmente naquela temporada em que já tinha 30 anos e enfrentava forte concorrência de nomes mais jovens.

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19. Lico

Lico ao lado do busto em sua homenagem no Flamengo. Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

Lico ao lado do busto em sua homenagem no Flamengo. Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

Antônio Nunes, o Lico, integrou a lendária geração do Flamengo nos anos 1980, ao lado de Zico, Júnior e Nunes, conquistando o Mundial de 1981. Mesmo com tamanha relevância, o atacante jamais foi chamado para vestir a camisa da Seleção Brasileira.

Camisa 11 do time que venceu o Liverpool por 3 a 0, Lico se tornou símbolo rubro-negro e foi homenageado com busto e livro no aniversário do clube, mas a ausência na Seleção sempre foi uma lacuna em sua trajetória.

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18. Alecsandro

Alecsandro durante passagem pelo Flamengo. Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images

Alecsandro durante passagem pelo Flamengo. Foto: Alexandre Loureiro/Getty Images

Alecsandro, também conhecido como Alecgol, teve carreira sólida e repleta de gols em clubes como Vasco, Internacional, Atlético-MG, Palmeiras e Flamengo. Mesmo com mais de 200 gols marcados e títulos importantes, o atacante nunca foi lembrado pela Seleção principal.

Em entrevistas, o jogador chegou a afirmar que se via entre os melhores do país em seu auge, mas a convocação jamais veio, apesar de sua constância e sucesso em diferentes times brasileiros.

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17. Jorge Wagner

Jorge Wagner durante partida em comemoração dos 30 anos do Mundial do São Paulo. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Jorge Wagner durante partida em comemoração dos 30 anos do Mundial do São Paulo. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Bicampeão brasileiro com o São Paulo em 2007 e 2008, Jorge Wagner brilhou no meio-campo tricolor e também teve boas passagens por outros clubes, mas nunca chegou à Seleção principal. Em 2008, o jogador admitiu que a convocação já não fazia parte de seus planos.

Ainda assim, Jorge Wagner teve presença nas divisões de base da Seleção e construiu carreira sólida dentro e fora do país, sempre sendo reconhecido por sua regularidade e técnica apurada.

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16. Alex Mineiro

Alex Mineiro é ídolo no Athletico-PR. Foto: Sergio Sade/Athletico-PR

Alex Mineiro é ídolo no Athletico-PR. Foto: Sergio Sade/Athletico-PR

Referência no ataque do Athletico-PR, Alex Mineiro foi artilheiro e campeão brasileiro em 2001. Apesar do destaque, jamais foi convocado para a Seleção Brasileira, mesmo em sua melhor fase.

O atacante também atuou por Palmeiras, Atlético-MG e em clubes do Japão e México, encerrando a carreira com o reconhecimento dos torcedores, mas sem a experiência de vestir a camisa verde e amarela.

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15. Valdir Bigode

Valdir Bigode foi treinador do Vasco. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Valdir Bigode foi treinador do Vasco. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Valdir Bigode foi um dos atacantes mais eficientes dos anos 1990, destacando-se por sua passagem vitoriosa no Vasco. Mesmo assim, o goleador nunca foi convocado para a Seleção Brasileira principal.

Com atuações marcantes por Vasco, Atlético-MG e Botafogo, Valdir colecionou títulos e gols, e depois de pendurar as chuteiras, passou a atuar como auxiliar técnico em diversos clubes do país.

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14. Willian Bigode

Willian Bigode teve passagem de destaque pelo Palmeiras. Foto: Sebastiao Moreira-Pool/Getty Images

Willian Bigode teve passagem de destaque pelo Palmeiras. Foto: Sebastiao Moreira-Pool/Getty Images

Campeão por onde passou, Willian Bigode acumula títulos importantes, incluindo Libertadores, Brasileiros e Copas do Brasil. Ainda assim, o atacante jamais foi chamado para a Seleção principal.

Mesmo com currículos expressivos em clubes como Palmeiras, Cruzeiro e Corinthians, o jogador nunca teve a chance de representar o Brasil. Atualmente, segue em atividade pelo América-MG.

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13. Kléber Gladiador

Kléber Gladiador teve passagem pelo Grêmio. Foto: Lucas Uebel/Getty Images

Kléber Gladiador teve passagem pelo Grêmio. Foto: Lucas Uebel/Getty Images

Kléber Gladiador conquistou o Mundial Sub-20 em 2003, mas não foi aproveitado na Seleção principal. Segundo o próprio atleta, a transferência precoce para o futebol ucraniano dificultou sua projeção no cenário nacional.

Mesmo com campanhas de destaque por Palmeiras e Grêmio, quando chegou a ter pedidos de convocação da torcida e imprensa, o atacante nunca foi lembrado pelos técnicos da Seleção Brasileira.

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12. Deivid

Deivid durante passagem pelo Flamengo. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Deivid durante passagem pelo Flamengo. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Deivid teve carreira extensa, com passagens por Santos, Corinthians, Cruzeiro e Flamengo, além de clubes europeus. Apesar de títulos e boas atuações, nunca foi chamado para a Seleção Brasileira principal.

O atacante ficou marcado pelo gol perdido em clássico contra o Vasco, mas também acumulou conquistas, como a artilharia da Copa do Brasil de 2002, quando marcou 13 gols pelo Corinthians.

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11. Danilo

Danilo é um dos ídolos do Corinthians. Foto: Daniel Vorley/AGIF

Danilo é um dos ídolos do Corinthians. Foto: Daniel Vorley/AGIF

Ídolo do Corinthians, Danilo foi peça fundamental nas conquistas da Libertadores e do Mundial de 2012. Mesmo com tanto sucesso, o meia jamais vestiu a camisa da Seleção Brasileira principal.

O ex-jogador sempre foi reconhecido pela inteligência tática e regularidade. Após se aposentar, Danilo revelou que a ausência de uma convocação foi uma das poucas frustrações de sua carreira.

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10. Vanderlei

Vanderlei chegou a ser cogitado para a Copa do Mundo em 2018. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Vanderlei chegou a ser cogitado para a Copa do Mundo em 2018. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Destaque no Santos, o goleiro Vanderlei foi considerado um dos melhores do país em determinado período. Ainda assim, não foi convocado por Tite, mesmo diante de forte clamor popular.

Cotado para a Copa de 2018, acabou ficando fora da lista final, atrás de Alisson, Ederson e Cássio. O jogador encarou a decisão com serenidade e afirmou não guardar mágoa.

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9. Índio

Índio foi zagueiro do Internacional. Foto: Felipe Oliveira/AGIF

Índio foi zagueiro do Internacional. Foto: Felipe Oliveira/AGIF

Zagueiro multicampeão e ídolo do Internacional, Índio teve papel essencial nas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2006. Mesmo assim, nunca foi chamado para defender a Seleção Brasileira.

Durante quase uma década no Inter, foi referência na defesa colorada e mentor de jovens atletas. Sua ausência na Seleção sempre foi considerada uma das mais surpreendentes da época.

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8. Chicão

Chicão teve passagem marcante pelo Corinthians. Foto: Mauro Horita/AGIF

Chicão teve passagem marcante pelo Corinthians. Foto: Mauro Horita/AGIF

Chicão, zagueiro técnico e eficiente, foi um dos pilares do Corinthians campeão da Libertadores e do Mundial em 2012. Apesar disso, jamais foi convocado para a Seleção Brasileira.

Conhecido pelos gols de falta e liderança em campo, Chicão se tornou ídolo do clube paulista, mas a Seleção nunca fez parte de sua trajetória profissional.

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7. Alan Patrick

Alan Patrick chegou a estar na lista de pré-convocados de Ancelotti. Foto: Pedro H. Tesch/Getty Images

Alan Patrick chegou a estar na lista de pré-convocados de Ancelotti. Foto: Pedro H. Tesch/Getty Images

Alan Patrick, destaque do Internacional, chegou a figurar em pré-lista da Seleção sob o comando de Carlo Ancelotti em 2025, mas não entrou na convocação final. Até hoje, nunca defendeu a equipe principal.

Campeão mundial sub-20 em 2011, o meia voltou ao Internacional em grande forma e se tornou peça-chave do clube nas últimas temporadas, recebendo constantes elogios pela consistência técnica.

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6. Marinho

Marinho em ação pelo Fortaleza. Foto: Wagner Meier/Getty Images

Marinho em ação pelo Fortaleza. Foto: Wagner Meier/Getty Images

Marinho viveu grande fase no Santos em 2020, quando foi eleito um dos melhores jogadores do país. Ainda assim, o técnico Tite optou por não convocá-lo devido à forte concorrência no ataque.

Na época, o atacante revelou sentir desânimo pela falta de oportunidade, afirmando acreditar que já merecia uma chance. Seu estilo extrovertido e carismático também dividia opiniões entre os técnicos.

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5. Dagoberto

Dagoberto durante sua passagem pelo Cruzeiro. Foto: Washington Alves/Getty Images

Dagoberto durante sua passagem pelo Cruzeiro. Foto: Washington Alves/Getty Images

Campeão mundial sub-20 em 2003, Dagoberto brilhou por clubes como Athletico-PR, São Paulo e Cruzeiro. Apesar das boas atuações, nunca foi convocado para a Seleção Brasileira principal.

O atacante esteve em grande forma em diversas fases da carreira e chegou a ser cotado para defender o país, mas as convocações nunca se concretizaram, mesmo com seu currículo expressivo.

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4. Nenê

Nenê teve passagem pelo Vasco. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Nenê teve passagem pelo Vasco. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Com carreira extensa e passagens por Fluminense, Vasco e PSG, Nenê foi convocado apenas para seleções de base. Apesar das expectativas, jamais vestiu a camisa da Seleção principal.

Mesmo cotado em momentos de destaque, como em 2011 e 2016, o meia-atacante nunca entrou nas listas finais. Hoje, segue atuando pelo Juventude, mantendo-se em alto nível mesmo aos 44 anos.

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3. Magrão

Magrão é ídolo no Sport. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Magrão é ídolo no Sport. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Ídolo máximo do Sport, o goleiro Magrão nunca foi chamado para a Seleção Brasileira, apesar de ser considerado um dos maiores da história do clube. Ele próprio acredita que o fato de atuar fora do eixo Rio-São Paulo pesou contra.

Magrão acumulou títulos e recordes, incluindo a Copa do Brasil de 2008, e conquistou status de lenda no futebol pernambucano, mesmo sem a experiência de defender o Brasil.

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2. Paulo Baier

Paulo Baier é um dos artilheiros da história do Brasileirão. Foto: Cristiano Andujar/Getty Images

Paulo Baier é um dos artilheiros da história do Brasileirão. Foto: Cristiano Andujar/Getty Images

Paulo Baier teve longa e produtiva carreira, destacando-se por sua regularidade e pela marca de artilheiro entre os meias do Brasileirão. Ainda assim, nunca foi convocado para a Seleção principal.

Em 2005, quando jogava no Goiás, chegou a manifestar o sonho de ser chamado. Apesar da ausência, é lembrado como um dos jogadores mais eficientes e duradouros do futebol nacional.

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1. Thiago Alcântara

Thiago Alcântara é brasileiro, mas fez sua carreira na Europa. Foto: Justin Setterfield/Getty Images

Thiago Alcântara é brasileiro, mas fez sua carreira na Europa. Foto: Justin Setterfield/Getty Images

Filho do campeão mundial Mazinho, Thiago Alcântara nasceu na Itália e cresceu entre Brasil e Espanha. Naturalizado espanhol, optou por defender a Fúria, deixando de lado a chance de atuar pelo país de origem.

A CBF chegou a vetar sua convocação na juventude, alegando que jogadores formados fora do Brasil não seriam chamados. O meia brilhou por Barcelona, Bayern de Munique e Liverpool, mas nunca vestiu a camisa da Seleção Brasileira.

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