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Flamengo pede fim do gramado sintético e pode prejudicar Botafogo, Atlético-MG e Palmeiras

Clube Rubro-Negro também quer fair play financeiro e outras regras

Flamengo faz pedido à CBF

O Flamengo voltou a cobrar um sistema de fair play financeiro no futebol brasileiro, como já havia feito depois da goleada de 4 a 1 para o Botafogo em 2024. Naquela época, o então presidente Rodolfo Landim pediu regras mais justas entre os clubes. Agora, o time reforçou o pedido e enviou novas sugestões à CBF para controlar melhor os gastos das equipes.

Presidente do Flamengo, Bap. Foto: Paula Reis/Flamengo
© PAULA REISPresidente do Flamengo, Bap. Foto: Paula Reis/Flamengo

Em comunicado oficial, o clube destacou que tem participado das discussões sobre o Sistema de Sustentabilidade do Futebol (SSF). O texto, intitulado “Fair Play Financeiro”, sugere critérios mais rígidos de controle orçamentário e punições para quem descumprir as regras.

Time quer o fim do gramado sintético

O Flamengo voltou a levantar uma pauta polêmica no futebol brasileiro: o fim dos gramados sintéticos. A proposta, apresentada em um documento enviado à CBF, atinge diretamente clubes como Botafogo, Palmeiras, Atlético-MG e Athletico-PR, que utilizam esse tipo de superfície em seus estádios.

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Segundo a nota oficial divulgada pelo clube, “Proibição de Gramados Artificiais: os gramados de plástico devem ser eliminados imediatamente de todos os torneios nacionais profissionais. A discrepância nos custos de manutenção entre gramados naturais e artificiais provoca desequilíbrios financeiros entre os clubes e prejudica a saúde física de jogadores e atletas.”

Nilton Santos. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF

Nilton Santos. Foto: Jorge Rodrigues/AGIF

O assunto foi discutido nesta segunda-feira em reunião na sede da CBF, que também abordou outros temas ligados à modernização do futebol brasileiro, como o uso do impedimento semiautomático.

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Outras propostas do time carioca

Outras propostas apresentadas pelo Flamengo:

* Clubes em recuperação judicial não poderão registrar novos jogadores e podem perder pontos enquanto não quitarem dívidas.

* Controle total de gastos, incluindo salários, direitos de imagem, bônus, comissões e impostos no cálculo do custo do elenco.

* Fim das “brechas contábeis”, proibindo que clubes escondam gastos do time principal em outras áreas, como base ou futebol feminino.

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* Exigência de um caixa mínimo para evitar crises financeiras nos clubes.

* Limitação de negócios entre clubes e empresas do mesmo dono para impedir manipulação de receitas.

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Veja também

* Criação de um sistema de notas, em que clubes com boa gestão tenham mais liberdade financeira.

* Aplicação de punições mais rígidas, como o bloqueio de janelas de transferências, mesmo após o problema ser resolvido.

* Avaliação dos dirigentes e donos de clubes para garantir que tenham capacidade e histórico confiável.

* Fiscalização automática com um órgão independente responsável por aplicar punições e controlar as contas com base em dados reais.

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