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Atlético Mineiro

Cuca expõe sobre derrota do Atlético-MG no clássico e explica saída de Scarpa: “O jogador não estava tão bem na partida”

Mesmo atuando em casa, o Galo não conseguiu demonstrar a força e acabou saindo em desvantagem na Copa do Brasil

Gustavo Scarpa admite erro do árbitro prejudicial ao Cruzeiro.
© Fernando Moreno/AGIFGustavo Scarpa admite erro do árbitro prejudicial ao Cruzeiro.

É um alerta nos bastidores

O Atlético-MG sofreu uma derrota no clássico contra o Cruzeiro por 2 a 0, com gols de Fabrício Bruno e Kaio Jorge, em partida disputada na última quarta-feira (27), na Arena MRV, válida pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil.

Diante da desvantagem na briga por uma vaga na semifinal da competição, o técnico Cuca avaliou o desempenho da equipe na partida, onde apontou algumas fragilidades que precisaram ser corrigidas durante a partida.

O treinador explicou o que motivou a saída de Gustavo Scarpa, onde optou pela entrada de Reinier que ocorreu aos 17 minutos do segundo tempo, pouco antes do segundo gol marcado pelo Cruzeiro.

Escolha determinante?

O treinador justificou que precisava de um jogador mais próximo a Hulk e apontou que Scarpa não vinha fazendo uma grande partida. “O Scarpa saiu porque nós pusemos um armador que tem mais chegada na área”.

Scarpa foi substituído por uma escolha técnica – Foto: Marlon Costa/AGIF

Scarpa foi substituído por uma escolha técnica – Foto: Marlon Costa/AGIF

A gente precisava ter uma companhia mais perto do Hulk, foi assim que vencemos o Bragantino, se não me engano, com a entrada do Reinier. Saiu um armador e entrou um ponta de lança. Não vejo nada de anormal assim. O jogador não estava tão bem na partida. Se estivesse tão bem não tinha saído. É uma coisa muito lógica”.

Analisou a partida

“Nosso primeiro tempo foi muito bom. Poderíamos ter saído na frente, criamos oportunidades para fazer o gol e pecamos mais uma vez nas finalizações. Um jogo bastante intenso, muito corrido”.

“Tivemos mais posse de bola e finalizações, mas não fomos efetivos. E nesse tipo de jogo, é o que faz a diferença. O Cruzeiro faz um gol atípico numa bola muito despretensiosa. Muda todo jogo, e o contexto vira outro”, finalizou.

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