O Vasco começa a temporada de 2026 lidando com cautela no departamento médico, especialmente em relação a Adson. Diferente de Jair, que ainda terá um caminho mais longo de recuperação por causa de uma grave lesão no joelho, o atacante vive um cenário mais animador e já se aproxima do retorno aos gramados, ainda que sem qualquer tipo de pressa.

Adson se recupera de uma fratura na tíbia direita sofrida em julho, durante um treino, em uma dividida. O problema ocorreu justamente na mesma região onde ele já havia se lesionado anteriormente, o que exigiu um novo procedimento cirúrgico e ampliou os cuidados no processo de reabilitação. Antes disso, o jogador já havia ficado afastado entre agosto de 2024 e março de 2025 pelo mesmo tipo de lesão.
Evolução positiva do atacante
Seis meses após a nova cirurgia, o atacante apresenta evolução considerada positiva. Atualmente, ele alterna atividades internas, na academia, com trabalhos no campo, em um processo gradual de readaptação física.
Nas últimas semanas, o número de sessões no gramado aumentou, e o jogador tem demonstrado mais confiança nos movimentos, sempre dentro de um controle rigoroso de carga.
Segundo apuração do Globo Esporte, o Vasco adota um discurso de extrema prudência. Não há prazo estipulado para o retorno de Adson aos jogos, já que a comissão médica entende que a liberação dependerá exclusivamente da resposta do atleta aos estímulos e da progressão até um nível mais próximo do ritmo competitivo. A ideia é evitar qualquer risco de recaída ou sobrecarga precoce.
Histórico complicado do Vasco
O histórico recente explica o cuidado redobrado. Em 2024, Adson convivia com dores constantes na perna direita e, após uma partida contra o Athletico PR, optou pela cirurgia para corrigir a fratura por estresse.
A previsão inicial era de um retorno em cerca de três meses, mas o processo foi interrompido por complicações, incluindo o incômodo causado pela placa de fixação, que precisou ser retirada em nova intervenção.
Em 2025, ele não iniciou nenhuma partida como titular e entrou em campo apenas 16 vezes, somando pouco mais de 300 minutos, uma média inferior a 25 minutos por jogo.