O empate do São Paulo diante do Santos, na Vila Belmiro, foi marcado por forte polêmica de arbitragem no segundo tempo. A decisão de Anderson Daronco em não expulsar Zé Rafael após uma entrada dura gerou revolta imediata da torcida tricolor, que passou a pressionar intensamente a arbitragem.

Daronco, árbitro FIFA da CBF em partida pelo campeonato brasileiro (Foto: Mauro Horita/Getty Images)
© Getty ImagesDaronco, árbitro FIFA da CBF em partida pelo campeonato brasileiro (Foto: Mauro Horita/Getty Images)

O Tricolor, que já havia mostrado organização e bom volume de jogo no primeiro tempo, precisou lidar com o impacto emocional do lance antes de conseguir buscar a igualdade no placar.

Não expulsão de Zé Rafael gera revolta da torcida do São Paulo

Aos sete minutos do segundo tempo, Zé Rafael acertou Enzo Díaz com a sola alta em uma dividida dura pelo meio do campo. O lance gerou reclamação instantânea dos jogadores do São Paulo, que pediram cartão vermelho direto pela gravidade da falta.

Anderson Daronco, no entanto, optou apenas pelo cartão amarelo, decisão que fez a torcida são-paulina ir à loucura nas arquibancadas e também nas redes sociais. O clima no estádio ficou tenso, com vaias direcionadas à arbitragem após a marcação.

Calleri aparece no alto e garante o empate do Tricolor

Mesmo após a polêmica, o São Paulo manteve a postura ofensiva e foi recompensado aos 20 minutos da etapa final. Maik iniciou a jogada, tocou para Lucas Moura, que levantou a bola com precisão na área santista.

Jonathan Calleri subiu mais alto que a defesa do Santos e cabeceou firme para o fundo das redes, empatando o clássico e dando justiça ao desempenho tricolor no jogo. O gol aliviou a pressão e coroou a insistência da equipe após o lance controverso.

O São Paulo seguiu pressionando na reta final, impulsionado pelo gol e pela sensação de que poderia ter tido vantagem numérica se a expulsão tivesse sido aplicada.