O São Paulo encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro com um momento inconstante e que levou a equipe a perder a vaga para a Copa Libertadores da América, terminando na 9ª colocação, atrás do Fortaleza. Disputar o continental em 2023 era um dos principais objetivos de Rogério Ceni no comando do Tricolor.
Apesar da frustração no fim da temporada, o torcedor do São Paulo volta as suas atenções ao mercado de transferências para o ano que vem, visando melhorar o plantel. A limpa feita no elenco Tricolor já viu vendas, encerramentos de contratos e empréstimos, mas o que chama a atenção são as contratações para reforçar o elenco.
Entre as chegadas, há um nome que atiça a torcida são-paulina. Trata-se de Lucas Moura, que deixou o Tricolor em 2012 logo depois do título da Copa Sul-Americana para o Paris Saint-Germain, da França. Entretanto, para o jornalista Menon, a contratação se tornou mais “obrigação” por memória afetiva do que um bom negócio.
“Nunca foi na Europa o que se esperava dele. Quando o PSG passou a ser um clube com grandes pretensões, a partir da chegada de Neymar, ele foi dispensado. A volta do Lucas de 2012 – que ainda existe e resiste apenas nas lembranças dos torcedores – é quase uma obrigação da diretoria. Uma faca no pescoço”, disse Menon em sua coluna no UOL Esporte.




