O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, admitiu publicamente que a venda do lateral-esquerdo Souza ao Tottenham foi fundamental para evitar um novo transferban contra o clube. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o dirigente detalhou a grave situação financeira vivida pelo Peixe e explicou que o valor obtido na negociação está comprometido, em grande parte, com o pagamento de dívidas antigas.

A principal pendência envolve o Arouca, de Portugal, que cobra cerca de 2,5 milhões de euros referentes à contratação do zagueiro João Basso, realizada em 2023. Sem acordo entre as partes, o clube português acionou a Fifa, que rejeitou o recurso santista e encaminhou o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), última instância possível.
Venda de Souza vira solução emergencial
Segundo Marcelo Teixeira, o Santos esteve muito próximo de sofrer uma punição que impediria o registro de novos jogadores. Para evitar o transferban, a diretoria precisou agir rapidamente no mercado e concretizou a venda de Souza ao Tottenham, mantendo ainda 10% de participação em uma futura negociação do atleta.
O dirigente deixou claro que a decisão não foi estratégica do ponto de vista esportivo, mas necessária financeiramente. Metade da receita obtida com a transferência já está comprometida com o pagamento da dívida, o que impede qualquer reinvestimento imediato no elenco.
Presidente expõe cenário financeiro delicado
Durante a entrevista, Marcelo Teixeira não escondeu a gravidade da situação econômica do clube. O presidente relembrou que o cenário já era complicado em 2023 e se agravou com o rebaixamento, que reduziu receitas e comprometeu o orçamento em 2024, quando o Santos disputou apenas duas competições.
Além disso, o clube convive com altos encargos de dívidas, como juros, correções monetárias e compromissos ligados ao Profut. O Santos tem prazo de 39 dias para efetuar o pagamento ao Arouca. Caso contrário, será automaticamente punido com transferban. Apesar das dificuldades, a diretoria mantém otimismo em um acordo e afirma trabalhar para estancar o crescimento da dívida e reorganizar as finanças do clube.
Dívida antiga coloca Santos sob risco imediato
O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, admitiu publicamente que a venda do lateral-esquerdo Souza ao Tottenham foi fundamental para evitar um novo transferban contra o clube. Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o dirigente detalhou a grave situação financeira vivida pelo Peixe e explicou que o valor obtido na negociação está comprometido, em grande parte, com o pagamento de dívidas antigas.
A principal pendência envolve o Arouca, de Portugal, que cobra cerca de 2,5 milhões de euros referentes à contratação do zagueiro João Basso, realizada em 2023. Sem acordo entre as partes, o clube português acionou a Fifa, que rejeitou o recurso santista e encaminhou o caso ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), última instância possível.
Venda de Souza vira solução emergencial
Segundo Marcelo Teixeira, o Santos esteve muito próximo de sofrer uma punição que impediria o registro de novos jogadores. Para evitar o transferban, a diretoria precisou agir rapidamente no mercado e concretizou a venda de Souza ao Tottenham, mantendo ainda 10% de participação em uma futura negociação do atleta.
O dirigente deixou claro que a decisão não foi estratégica do ponto de vista esportivo, mas necessária financeiramente. Metade da receita obtida com a transferência já está comprometida com o pagamento da dívida, o que impede qualquer reinvestimento imediato no elenco.
Presidente expõe cenário financeiro delicado
Durante a entrevista, Marcelo Teixeira não escondeu a gravidade da situação econômica do clube. O presidente relembrou que o cenário já era complicado em 2023 e se agravou com o rebaixamento, que reduziu receitas e comprometeu o orçamento em 2024, quando o Santos disputou apenas duas competições.
Além disso, o clube convive com altos encargos de dívidas, como juros, correções monetárias e compromissos ligados ao Profut. O Santos tem prazo de 39 dias para efetuar o pagamento ao Arouca. Caso contrário, será automaticamente punido com transferban. Apesar das dificuldades, a diretoria mantém otimismo em um acordo e afirma trabalhar para estancar o crescimento da dívida e reorganizar as finanças do clube.