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Pedro Caixinha é direto ao falar do Verdão de Abel Ferreira após a derrota: “O que sabemos do Palmeiras”

O Alviverde conquistou a vitória de virada nos minutos finais da partida diante do Santos

Treinador fez uma análise sobre a derrota do Santos na Vila - Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
© Ettore Chiereguini/AGIFTreinador fez uma análise sobre a derrota do Santos na Vila - Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Poder de decisão

Na última quarta-feira (22), o Palmeiras conquistou uma vitória importante no Campeonato Paulista diante do Santos, após virar o jogo e vencer por 2 a 1, com gols de Thalys e Richard Ríos.

Durante coletiva de imprensa após a partida, Pedro Caixinha analisou a derrota para o Alviverde. Para o comandante, o Alvinegro Praiano não conseguiu ser intenso o suficiente para competir de igual para igual diante do rival.

Em termos gerais, resumo de uma maneira: jogar contra o Palmeiras precisa ser muito competitivo. Eles marcaram até o último minuto. Faltou intensidade que queremos e que vamos ter. Mas o jogo pedia que fossemos mais competitivos. Não tem a ver com blocos, mas competir o jogo. Teve momentos que não fizemos. Isso nos penalizou muito”, destacou.

Análise após derrota

Pedro Caixinha destacou a dificuldade do Santos em acompanhar o ritmo do Palmeiras, que com as movimentações realizadas em campo conseguiu encontrar espaço que garantiram a virada no resultado.

Palmeiras conseguiu conquistar o resultado de virada nos minutos finais da partida – Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Palmeiras conseguiu conquistar o resultado de virada nos minutos finais da partida – Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

“O que sabemos do Palmeiras é que eles procuram muito bem com o goleiro explorar a profundidade e as costas da última linha. A equipe não entrou bem no jogo. No primeiro lance, a saída da nossa linha do primeiro campo para pressionar a saída e a defesa ficou”.

Expectativa de evolução

O técnico do Alvinegro Praiano ainda destacou a forma que o Verdão recuperava a bola, o que dificultou ainda mais ao rival manter a pressão em campo. “Criou um desequilíbrio e o Palmeiras com 10 segundos tem uma oportunidade. Queríamos criar momentos de pressão. Não tem a ver com linhas, mas conhecer o momento de chegar e pressionar na frente”.

“Fizemos algumas vezes no primeiro tempo, não tão agressivo e competitivo como eu quero que façam. Conseguimos fazer a defesa da profundidade. O que falhamos foi na defesa depois da segunda bola, que era ganho pelo Palmeiras e ficavam de frente para a nossa última linha”.