O Palmeiras segue tentando destravar a contratação de Nino, do Zenit, mas o negócio ainda não avançou como o clube esperava. O zagueiro é alvo prioritário para reforçar a defesa na temporada. Mesmo diante das dificuldades, a diretoria mantém o nome no radar. A busca por um defensor continua ativa.

Nino durante a sua passagem pelo Fluminense
© Getty ImagesNino durante a sua passagem pelo Fluminense

Segundo o jornalista Bruno Andrade, da ESPN, o Zenit comunicou a interessados que só aceita vender o jogador no meio do ano. A liberação dependeria do desfecho da temporada russa. Atualmente, o clube ocupa a segunda colocação no campeonato local. Esse cenário trava qualquer acordo imediato.

O Palmeiras chegou a enviar um emissário para conversar com o Zenit e tentar evoluir nas tratativas. A viagem ocorreu durante um torneio amistoso disputado pelo clube russo em Abu Dhabi. Apesar da tentativa, não houve avanço significativo. O negócio segue considerado difícil para esta janela.

Palmeiras mantém Nino como alvo

Mesmo com os obstáculos, o Palmeiras não descarta a contratação do zagueiro. A diretoria admite a possibilidade de fechar acordo agora e receber o jogador apenas no meio do ano. O clube avalia diferentes formatos de negociação. A prioridade segue sendo reforçar o setor defensivo.

Nino brilhou com a camisa do Fluminense. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Internamente, a avaliação é de que a zaga precisa de mais uma peça para a sequência da temporada. O elenco conta com opções, mas a diretoria quer ampliar a competitividade. Nino agrada pela experiência e perfil técnico. O nome continua bem avaliado.

Alternativas passam a ser analisadas

Enquanto tenta avançar pelo zagueiro do Zenit, o Palmeiras abriu conversas com outras opções no mercado. Os nomes não foram revelados publicamente. O clube trabalha com cautela para não ficar sem reforço. A estratégia é manter mais de um caminho aberto.

O Verdão reconhece a dificuldade do negócio com o Zenit neste momento. Ainda assim, a diretoria prega paciência e segue em contato com o estafe do jogador. A definição pode ficar para o meio do ano. Até lá, o clube monitora alternativas para a zaga.