O Palmeiras está enfrentando, mais uma vez, críticas por conta do gramado sintético. O assunto veio à tona novamente após jogadores continuares falando sobre.

Anderson Barros diretor de futebol do Palmeiras durante chegada ao Hotel Gran Mercure na cidade de Brasilia nesta sexta-feira (27) para a disputa da SuperCopa 2023 contra o Flamengo. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
© Ettore Chiereguini/AGIFAnderson Barros diretor de futebol do Palmeiras durante chegada ao Hotel Gran Mercure na cidade de Brasilia nesta sexta-feira (27) para a disputa da SuperCopa 2023 contra o Flamengo. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

O último que deu declarações sobre os sintéticos foi Rodrigo Garro, do Corinthians, após a partida do rival contra o Athlético-PR na noite desta quinta-feira (20).

Além dele, o diretor de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, fez questão de criticar, e muito, os gramados sintéticos no futebol brasileiro, o que acabou provocando a ira de Barros.

Declaração de Barros

O diretor de futebol do Palmeiras, Anderson Barros, foi bastante duro contra as falas de Marcelo Paz, e chegou a comentar que a atitude do corinthiano foi, na verdade, uma ‘hipocrisia’.

Como o Marcelo Paz pode criticar o uso de grama sintética se, até o ano passado, ele era o CEO da SAF do Fortaleza, que manda os seus jogos em um dos piores campos do futebol brasileiro?”, iniciou.

Marcelo Paz diretor do Corinthians durante partida contra o Bahia no estadio Vila Belmiro pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Fabio Giannelli/AGIF

Temos de parar com esta discussão hipócrita e focar no que importa, ou seja, na qualidade dos nossos campos, independentemente do tipo de grama.”, indagou Barros.

Solução para o futebol brasileiro

Além disso, Anderson Barros deixou claro que o Brasil e a CBF devem se preocupar com a qualidade dos gramados como um todo, e sugeriu o debate como uma forma de passar por isso.

O Palmeiras manda jogos no campo sintético, treina regularmente no campo sintético e é o clube da Série A com menor número de lesões nos últimos 6 anos. Temos de parar com ‘achismos’ e debater esse tema a partir de evidências científicas e dentro dos fóruns adequados.”, disse.