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Vitão expõe sobre interesse do Flamengo e Palmeiras e a busca pela vaga na Seleção

Com a conquista do Campeonato Gaúcho com o Colorado, o zagueiro viu grandes equipes do futebol nacional demonstrarem interesse em sua contratação

Vitão pode trocar o Internacional pelo Flamengo ainda nesta temporada - Foto: Jhony Pinho/AGIF
© Jhony Pinho/AGIFVitão pode trocar o Internacional pelo Flamengo ainda nesta temporada - Foto: Jhony Pinho/AGIF

Evolução consistente

Vitão conseguiu conquistar o se espaço e demonstrar a sua importância no Internacional, se tornando um dos protagonistas do elenco. O defensor tem o seu lugar indiscutível no time com a solidez apresentada na parte defensiva.

Por conta disso, acabou despertando o interesse de grandes clubes do futebol nacional, como Flamengo e Palmeiras. O que não comprometeu o seu trabalho que seguiu focado no Beira-Rio para atingir seus objetivos no clube.

Com apenas 25 anos, o jogador formou com Victor Gabriel a melhor defesa do Campeonato Gaúcho, vazada somente em seis oportunidades. Desta forma, acabou sendo eleita por unanimidade para a Seleção da competição pelos jornalistas e também da Federação Gaúcha de Futebol (FGF).

Em busca de mais espaço

Vitão analisou a situação e apontou sobre a falta de oportunidade de jogadores que atuam fora do eixo Rio – São Paulo, quando analisava a falta de oportunidade na Seleção Brasileiro. Destacando, se tivesse negociado com Palmeiras ou Flamengo, seria mais fácil conquistar seu espaço.

“Mas é isso, nosso foco está 100% no Inter. Continuaremos desempenhando. Uma hora terão de começar a olhar para cá. Por isso que digo: temos de estar bem no clube que, consequentemente, uma hora chegará a oportunidade na Seleção”.

Destacou a importância de uma liderança

O defensor destacou a importância do trabalho da comissão técnica comandada por Roger Machado para a sua evolução em campo. O treinador foi determinante para que se sentisse a vontade e auxiliasse a equipe dentro das quatro linhas.

O Roger conversa bastante comigo. Além de um excelente treinador, é uma pessoa bem aberta. Escuta as nossas opiniões e dá a dele. Perguntou como eu me sentia para jogar no lado esquerdo ano passado. Fiz praticamente toda a base ali. Fazia um bom tempo que eu não jogava, mas disse que me sentia tranquilo”.

“Preferi chamar a responsabilidade e fazer o lado esquerdo. O Rogel, que não vinha atuando, ficou pelo lado bom dele. Tivemos uma arrancada muito boa no campeonato. Fico feliz por ter ajudado. Espero continuar performando da melhor maneira possível”.