Desde 2019, com a saída de Marcelo Grohe, o Grêmio convive com constantes mudanças na posição e ainda não encontrou um nome que se firmasse de forma definitiva como titular absoluto. Agora, a aposta é em Weverton.

Ídolo recente do clube, Grohe deixou o Tricolor no fim de 2018 rumo ao Al-Ittihad, da Arábia Saudita, após 13 temporadas no time que o revelou. No período em que defendeu o Grêmio, o goleiro acumulou títulos importantes.
Com Grohe fora, o clube iniciou uma verdadeira peregrinação no setor. Entre 2019 e os dias atuais, o Grêmio contratou seis goleiros e utilizou ao todo 12 nomes diferentes, sem que nenhum conseguisse repetir a segurança apresentada pelo antigo camisa 1.
Entre contratações e apostas na base, posição seguiu instável
Além dos reforços vindos do mercado, o Grêmio também recorreu às categorias de base em busca de soluções. Brenno, Adriel, Felipe Scheibig, Phelipe Megiolaro e Gabriel Grando receberam oportunidades ao longo dos últimos anos.
Atualmente, Gabriel Grando é o titular no início da temporada e teve seu contrato renovado até 2029. Tiago Volpi, por sua vez, perdeu espaço e passou a ser reserva sob o comando de Luís Castro.
Weverton surge como aposta da diretoria para encerrar a lacuna no gol. Aos 38 anos, o goleiro assinará contrato por três temporadas após uma passagem vitoriosa pelo Palmeiras.
Histórico recente expõe desafio do novo reforço
Entre 2018 e 2025, Weverton disputou 454 partidas com a camisa alviverde e conquistou 12 títulos. No último ano, porém, atuou em 58 jogos e acabou perdendo espaço após a chegada de Carlos Miguel.
Desde a saída de Grohe, passaram pela posição nomes como Paulo Victor, Brenno, Vanderlei, Gabriel Grando, Marchesín e Tiago Volpi, entre outros, sem que nenhum conseguisse se consolidar como referência técnica e liderança duradoura.