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John Textor entra em polêmica sobre o gramado sintético e se posiciona: “Pasto de vaca”

Nas últimas semanas o futebol nacional foi surpreendido com a manifestação dos jogadores contra a grama sintética

John Textor se posiciona sobre polêmica do gramado
© Mateus BonomiJohn Textor se posiciona sobre polêmica do gramado

Se posicionou sobre a situação

O mandatário da SAF do Botafogo, John Textor, se posicionou sobre as polêmicas do gramado sintético do Nilton Santos, com o norte-americano criticando os gramados naturais do futebol brasileiro.

Ao citar, Textor classificou como ‘pasto de vaca’. A fala ocorre dia após a campanha feita pelos jogadores da Série A contra a grama artificial. Os clubes estão se mobilizando para barrar o sintético no Brasileirão.

Existem muitos tipos de gramados sintéticos. Eles precisam ser substituídos regularmente, senão vão ficar duros, não funcionais e inseguros. Temos um dos melhores campos sintéticos do mundo. Levamos muito tempo para acertá-lo. Nosso sentimento é que os jogadores que vêm aqui gostam do campo, gostam do time de campo”.

Posicionamento polêmico

Textor apontou que para utilizar o gramado natural é necessária uma maior rigidez sobre qualidade, já que atualmente está muito abaixo do atual. “’Pasto de vaca’. Eu acho que não temos uma quantidade grande de vantagem. Fomos o melhor time fora de casa no ano passado”.

Onde está a vantagem? Jogamos no campo deles e ainda estávamos vencendo. Achamos que esse campo reduz as lesões, comparado a outros campos que temos aqui no Brasil. Eu não entendo completamente a razão para isso. Mas a raiz está rasa, a grama sai. Parece um pasto de vaca”.

Mudança pode ser solução?

O mandatário ainda apontou sobre a utilização de um gramado híbrido, visto como solução para alguns. “Se decidirem se livrar do artificial, têm que aumentar o nível da grama natural. Eu sugeriria um campo da Desso, que temos na Premier League. 20% híbrido, 80% grama”.

“Incrível. Nossos clubes têm dinheiro na primeira divisão. Se vamos nos livrar do artificial, vamos com tudo. Vamos colocar o Desso. Custa 1,3 milhão de dólares. Parem de falar do nosso campo. Se quiser falar sobre grama, tem que melhorar ao redor do país”.