A diretoria do Santos se movimenta nos bastidores para reforçar o elenco visando a sequência da temporada 2021, masnão vem encontrando facilidades. Por conta da crise financeira, o Peixe busca apostas ou jogadores baratos e conta com participação direta do técnico Fernando Diniz no mapeamento do mercado da bola.
O comadante chegou à Vila Belmiro ciente da situação enfrentada pelo Santos e também do compromisso assumido pela gestão do presidente Andrés Rueda de manter o clube saudável. Nos bastidores, dois velhos conhecidos da torcida alvinegra viraram exempolos no mercado: Diego Pituca e Vitor Bueno, que foram contratados antes de chegarem ao auge no Botafogo-SP. Atualmente, o volante está no Japão e o atacanteno São Paulo.
“O Santos, pelo menos na última década, teve várias apostas que vingaram. Talvez o último que deu muito certo foi o Diego Pituca. Mas teve o Vitor Bueno. São jogadores mapeados. O clube tem questão financeira a ser respeitada. Essa diretoria tem compromisso de melhorar essas questões, não de ganhar de qualquer jeito. Uma dessas coisas é respeitar o lado financeiro“, explicou Fernando Diniz, em coletiva após a vitória sobre o Cianorte, pela Copa do Brasil.

Até o momento, o Santos contratou quatro jogadores, apostas que deixaram o treinador satisfeito. Ozagueiro Danilo Boza eo lateral-esquerdo Moraes disputaram a última edição do Campeonato Paulista com a camisa do Mirassol. O meio-campista Vinicius Zanocelo, com passagens pela base da Seleção Brasileira, estava Ferroviária, enquanto Marcos Guilherme vinha atuando no Internacional.
O atacante que estava no clube gaúchoé aposta em um jogador mais experiente, da mesma forma que o Peixe tenta viabilizar o retorno de Paulo Henrique Ganso. “E quando for para trazermos jogadores mais tarimbados, como o Marcos Guilherme, vamos trazer. Não é fácil pelos valores e condições, mas estamos atrás de outros pontuais para dar mais peso ao nosso elenco“, completou o treinador.





