Apesar de toda euforia para a grande final do Mundial de Clubes da FIFA entre Flamengo e Liverpool, antes dela ainda teríamos a disputa pelo terceiro lugar da competição. No mesmo estádio da decisão, o Khalifa Stadium, Al Hilal e Monterrey se enfrentaram para definir quem também ficaria no pódio. As equipes já não tinham tanta ambição, mas ainda sim fizeram um bom jogo.

Nos primeiros minutos do duelo, os mexicanos do Monterrey dominaram as ações, buscaram mais e estiveram muito perto de abrir o placar. Os “Rayados” mantiveram o controle do jogo, chegando a ter 60% da posse de bola. Porém, como o futebol é maravilhoso e apaixonante, na primeira chegada dos sauditas ao gol de Luis Cárdenas, aos 35 minutos, abriram o placar. Em bola alçada na área por Yasir, o brasileiro Carlos Eduardo – capitão da equipe – testou firme e colocou a bola nas redes. O 1 a 0 se manteve até o intervalo.
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O segundo tempo começou da mesma forma que terminou o primeiro: com o Monterrey em cima do adversário e buscando o gol. Dessa vez ele veio. Aos 10 minutos da etapa complementar, Arturo González empatou a partida. E não parou por aí. Aos 15, o time mexicano virou o jogo em Doha, com o meio-campista Meza. Assim como foi contra o Flamengo, tudo se desenhava para mais uma derrota de virada do Al Hilal.
Entretanto, Gomis, que entrou pouco antes da virada dos mexicanos, tratou de deixar tudo igual e forçar as cobranças de pênalti. O 2 a 2 persistiue, de fato, os penais foram a última forma utilizada para decidir quem ficaria com o terceiro lugar. Como acontece na maioria das vezes, quem faz gol durante o jogo, perde o pênalti. Isso aconteceu com o capitão Carlos Eduardo, do Al Hilal. Pelo lado do Monterrey, o zagueiro Vasquez também desperdiçou. Eis que surgiu um herói improvável. O goleiro Cárdenas, substituindo o titular Barovero, pegou outro pênalti e ainda fez a cobrança final para dar a terceira posição aos mexicanos.