Após duas semanas, a vitória do Atlético-MG sobre o Fluminense, por 2 a 0, no Mineirão, segue repercutindo pelos problemas de arbitragem. O Galo reclamou muito da não expulsão de Felipe Melo, que deu um pisão em Zaracho, já tinha cartão amarelo, mas não recebeu a segunda advertência e continuou em campo.
Na última sexta-feira(14), a Ouvidoria da CBFrespondeu às reclamações do clube mineiro, segundo o GE, e admitiu o erro do árbitro Luiz Flávio de Oliveira ao não apresentar o segundo cartão para o defensor do clube carioca. Para a entidade, ocorreu um pisão temerário, o que indicaria a punição e consequentemente a exclusão do camisa 30 da partida.
“É possível perceber a existência do pisão temerário – por parte do atleta no lance citado -, que deveria ter sido advertido com o cartão amarelo pelo árbitro da partida”, diz o documento da CBF. Vale ressaltar que o VAR não chegou a ser acionado por conta do lance ser um segundo amarelo, não uma expulsão direta. Após alguns minutos, Manoel, outro zagueiro do Fluminense, foi expulso depois de cometer pênalti.

Na justificativa do lance de Felipe Melo, a CBF ressaltou que o lance é difícil para a avaliação da arbitragem por se tratar de uma disputa perto do solo eo que “dificulta a percepção do árbitro de situação que é detectada pelas câmeras de transmissão com facilidade”, de acordo com a reportagem.
“Está na disputa de bola. Ele vai para a disputa da bola, aí tem um pé lateralmente com a canela, é um pisão pé com pé, com intensidade média. Não é protocolar, seguimos”, disseo áudio do VAR. O Atlético-MG volta a campo neste sábado (15), quando encara o Flamengo, às 20h30, no Maracanã, pelo Brasileirão.





