O Flamengo voltou a conquistar uma taça na manhã do último domingo (11). Atuando no estádio Mané Garrincha, em Brasília, o Mengão contou com uma atuação inspirada do goleiro Diego Alves para bater o Palmeiras nos pênaltis e conquistar pela segunda vez consecutiva a Supercopa do Brasil, torneio que reúne os campeões do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil.
Considerado um dos melhores elencos do futebol brasileiro, o Rubro-Negro deu mais uma prova de sua força no final de semana, mas se engana quem pensa que o grupo não tenha carências. Durante participação no programa “Bem, Amigos”, do SporTV, o técnico Rogério Ceni abriu o jogo e expôs a dificuldade de substituir dois dos principais nomes da equipe.
“Temos boas opções na maioria das posições, mas alguns jogadores são tão especiais que são difíceis de substituir. Everton (Ribeiro)e Arrascaeta não têm similares. Michael é mais de velocidade, Vitinho de finalização. São diferentes. Dentro da característica do time, precisamos de meias criativos. Realmente não temos peças de reposição com essas características. Na maioria das posições estamos bem, e temos que entender o momento financeiro também“, avaliou.

Após conquistar mais uma taça pelo clube, Rogério Ceni destacou que já vê a equipe com a sua cara e o jeito preferido de atuar. As principais mudanças realizadas pelo técnico foi a ida de Willian Arão para a zaga, o posicionamento de Filipe Luís e a função diferente realizada por Diego Ribasno meio de campo.
“O time está montado com a forma que eu quero jogar. Isso não garante taça, conquistas. Depende do esforço, que é grande de todos. Os mais velhos são exemplos. Diego, Filipe… o Arão é razinza, mas eu gosto muito dele. A ida dele pra zaga na temporada passada deu a qualidade que a gente queria“, completou.





