Por conta da nova administração que será responsável nos próximos anos, o Atlético vem tendo grandes mudanças e mais devem acontecer nas próximas semanas. Na direção, o clube teve a saída de Alexandre Mattos, que ocupava o cargo de executivo de futebol, que agora tem Rodrigo Caetano como substituto.

Rodrigo Caetano detalhou os planos do Galo. Foto: Pedro Souza/Atlético-MG
Rodrigo Caetano detalhou os planos do Galo. Foto: Pedro Souza/Atlético-MG

Anteriormente, o dirigente estava no Internacional, mas não teve o contrato renovado e ficou livre no mercado de transferências. Com a facilidade para o acerto, foi especulado em muitos clubes do futebol nacional como Grêmio e São Paulo, mas trabalhar na equipe mineira foi a oferta mais concreta do profissional de 50 anos.

Nesta sexta-feira (08), Caetano foi apresentado oficialmente no Alvinegro e detalhou os planos para deixar o time na linha de frente por conquistas importantes. Um dos assuntos abordados em sua coletiva inicial foi a busca por novas contratações e não escondeu o desejo em deixar o elenco mais competitivo para a sequência do ano.

“Temos que trabalhar de forma aliada. Penso que pelo número de contratações, a ideia era montar a base de elenco, que foi muito bem montada, tanto pelo Alexandre, como pelo Sampaoli e com o aporte do órgão colegiado. Daqui para frente, foram apenas dois dias de conversa, planejando. Vamos ter o trabalho de foco na busca pelo título e seguir as reuniões de planejamento para a próxima temporada. Nessas reuniões, é identificar carências. O Atlético irá voltar para um calendário mais exigente, por participar de mais competições, e automaticamente você buscará alguns reforços para aumentar o número de opções”, analisou.

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Outra conversa levantada ao executivo foi a respeito de Orejuela, ex-Grêmio, e que pertence ao Cruzeiro. Nos últimos dias, o lateral-direito vem esquentando os bastidores por conta de um possível acerto com o Galo:“Não tem nenhum nome neste momento. E todo e qualquer tipo de projeção e planejamento vai ser realmente de economia interna, como se utiliza a expressão no futebol”, completou.