Rebaixado para a Série B, o Botafogo agora detalha o planejamento para não repetir os erros cometidos na atual temporada. Internamente, a ideia é de manter somente atletas que se enquadram dentro do teto salarial e que são vistos com grande importância para a disputa na competição.

Muitos com gastos elevados não devem permanecer e a política de buscar nomes com um baixo custo-benefício, mas quem podem responder bem ao planejamento, deve ser frequente. Na mesa, um colocado em xeque é o goleiro Gatito Fernández, visto como um dos mais importantes do atual elenco e com contrato até dezembro de 2021.
Nesse momento, está fora de combate por conta de um problema no joelho. Na última terça-feira (09), em entrevista ao programa SporTV News, o paraguaio foi questionado sobre as acusações do ex-dirigente Carlos Augusto Montenegro, salientando que o goleiro teria pedido para não permanecer.
“Eu fico no Botafogo. Meu contrato é até o final deste ano. Falam-se tantas coisas, que se caísse para Série B eu sairia, coisa que nunca falei. Gostaria bastante de poder superar esse números (se tornar o estrangeiro com mais jogos, tem 150, contra 180 de Fischer). Quero fazer parte dessa reconstrução do clube”, garantiu.
0 fãs já votaram
Em outro ponto, o atleta não escondeu a insatisfação com Montenegro, sendo até mesmo chamado de covarde: “Senti-me bastante agredido. Surpreendeu-me pela gravidade da palavra que ele usou, covarde. Não é a primeira vez que me ataca, vai fazer cinco anos que estou no clube e é a terceira vez que me ataca”, disparou.