A saída de John Kennedy de muletas após a derrota para o Boavista ligou o sinal de alerta no Fluminense. O atacante sofreu uma lesão e passou a ser motivo de preocupação imediata nos bastidores, justamente em um momento em que o planejamento ofensivo do clube já estava fragilizado.

John Kennedy vira preocupação no Fluminense, ataque fica curto e busca por camisa 9 acelera — FotoJorge RodriguesAGIF
John Kennedy vira preocupação no Fluminense, ataque fica curto e busca por camisa 9 acelera — FotoJorge RodriguesAGIF

A situação se agrava porque Germán Cano segue fora após cirurgia no menisco. Com isso, o Tricolor passa a conviver com um cenário delicado, tendo apenas Lelê e Everaldo como opções disponíveis para a função mais sensível do elenco.

Internamente, a avaliação é de que o problema não pode ser tratado como pontual. A ausência simultânea dos dois principais nomes do ataque muda o planejamento e pressiona a diretoria a agir de forma mais agressiva no mercado.

RJ – RIO DE JANEIRO – 14/01/2026 – CARIOCA 2026, FLUMINENSE X MADUREIRA – John Kennedy jogador do Fluminense comemora seu gol durante partida contra o Madureira no estadio Luso Brasileiro pelo campeonato Carioca 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Calendário apertado amplia urgência por reforço

A sequência de jogos aumenta a preocupação da comissão técnica. O Fluminense enfrenta o Nova Iguaçu nos próximos dias, volta a campo para o clássico contra o Flamengo e, logo depois, estreia no Brasileirão diante do Grêmio.

Sem margem para improvisos, o clube entende que iniciar o Campeonato Brasileiro com opções tão limitadas no comando do ataque representa um risco esportivo elevado. A leitura interna é clara: a carência no setor ofensivo deixou de ser circunstancial e passou a impactar diretamente os objetivos da temporada.

Fluminense admite investimento alto por camisa 9

Nos bastidores, o Fluminense já trata a contratação de um centroavante como prioridade absoluta. O clube considera necessário buscar um jogador pronto para assumir protagonismo imediato.

A diretoria trabalha com a possibilidade de investir entre 10 e 12 milhões de euros para resolver o problema e evitar que a temporada seja comprometida justamente na posição que mais define resultados.