O Peñarol oficializou a devolução do meia David Terans ao Fluminense antes do fim do empréstimo, mas a situação ganhou contornos de impasse por causa de uma lesão no tendão de Aquiles.

O jogador retornou ao Rio de Janeiro com um problema considerado grave, o que o impede de atuar de imediato e muda o cenário do acordo firmado entre os clubes. A informação foin publicada pelo Ge.
Flu cobra salários
Diante do diagnóstico, o Fluminense notificou o clube uruguaio e cobra que o Peñarol siga arcando com os salários do atleta durante todo o período de recuperação. Até o momento, não houve resposta oficial por parte dos uruguaios.
A definição é que Terans realizará o tratamento no Brasil, sob acompanhamento do departamento médico tricolor, que já traçou um plano de reabilitação com previsão aproximada de dois meses até a liberação completa.
O que diz a lei sobre isso no futebol?
A exigência do Fluminense se apoia na legislação esportiva brasileira, que determina que o clube que recebe o jogador por empréstimo é responsável tanto pela recuperação quanto pelo pagamento dos vencimentos enquanto o contrato estiver em vigor. Por isso, o Tricolor entende que o Peñarol deve cumprir com os encargos até o fim do tratamento.
Contratado pelo Tricolor no início de 2024 após passagem pelo Pachuca, Terans chegou cercado de expectativa, principalmente pelo bom desempenho que teve no futebol brasileiro quando defendeu o Athletico-PR.
No entanto, a passagem pelo clube carioca foi marcada por rendimento abaixo do esperado. Em 17 jogos disputados na última temporada, o meia marcou um gol e distribuiu uma assistência, tornando-se alvo de críticas em um ano irregular da equipe.