Em busca do bicampeonato mundial, o Flamengo estreia nesta quarta-feira (10) na Copa Intercontinental da FIFA diante do Cruz Azul, do México, pelas quartas de final da competição. Atual tetracampeão da Libertadores e dono de um elenco estrelado, o Rubro-Negro deposita suas maiores fichas em jogadores já acostumados a brilhar em jogos grandes.

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Sob o comando de Filipe Luís, o Flamengo chega ao Qatar com a base que conquistou os títulos da Libertadores e do Brasileirão em 2025 e confia especialmente em Arrascaeta, Bruno Henrique, Carrascal e outros nomes capazes de decidir na elite do futebol continental.
Arrascaeta, o cérebro e o decisivo
Principal referência técnica do elenco, Arrascaeta vive uma temporada de altíssimo nível e se firmou como um dos grandes jogadores em atuação na América do Sul. Em 61 partidas em 2025, o uruguaio soma 23 gols e 18 assistências, sendo peça-chave nas campanhas vitoriosas do Flamengo.
Especialista em jogos decisivos, o camisa 10 costuma aparecer nos momentos mais importantes e será novamente o responsável por organizar o jogo ofensivo rubro-negro. Sua capacidade de criar, finalizar e definir faz dele o principal trunfo do Flamengo diante do Cruz Azul.
Bruno Henrique, estrela em jogos grandes
Bruno Henrique chega ao Mundial após um ano de altos e baixos. Em 2025, o atacante enfrentou desafios dentro e fora de campo, incluindo um período de instabilidade e a investigação envolvendo apostas, arquivada em novembro. Mesmo assim, recuperou espaço e confiança nas rodadas finais do Brasileirão, marcando gols decisivos.
Sem Pedro, ainda em recuperação de lesão, BH deve atuar mais centralizado no ataque. Em jogos grandes, sua velocidade, presença física e faro de decisão costumam fazer a diferença, algo que o Flamengo aposta para seguir vivo na competição.
Carrascal, ousadia e imprevisibilidade
Contratação do meio do ano, Carrascal rapidamente se adaptou ao Flamengo e passou a ser uma peça importante no setor ofensivo. O colombiano tem formado uma parceria dinâmica e criativa com Arrascaeta, lembrando a antiga dobradinha do uruguaio com Everton Ribeiro.
Com drible curto, capacidade de quebrar linhas e personalidade em confrontos decisivos, Carrascal já mostrou seu peso em momentos importantes, como na semifinal da Libertadores diante do Racing, no Maracanã. Contra o Cruz Azul, pode ser o fator surpresa para desmontar a defesa mexicana.
Jorginho, o motor do meio-campo
Embora atue mais recuado, Jorginho é outro nome fundamental para o funcionamento do Flamengo. Desde que chegou, em junho, o ítalo-brasileiro assumiu o papel de organizador do meio-campo, controlando o ritmo do jogo e qualificando a saída de bola.
Sua sintonia com Arrascaeta tem sido um dos grandes diferenciais do Flamengo, oferecendo equilíbrio defensivo e criatividade ofensiva, algo essencial em partidas de mata-mata.
Elenco forte para sonhar alto
Além dos destaques individuais, o Flamengo conta com um elenco experiente e acostumado a decisões internacionais. A combinação entre talento, maturidade e histórico em jogos grandes sustenta a confiança rubro-negra para buscar o título no Qatar.
Diante do Cruz Azul, o desafio é grande, mas o Flamengo sabe que, com seus principais nomes inspirados, as chances de avançar e seguir sonhando com o bicampeonato mundial são reais.