O Flamengo já olha além da possível chegada de Lucas Paquetá e começou a desenhar o próximo grande movimento no mercado. A ideia da diretoria é clara: fazer uma contratação de impacto para o comando do ataque na janela do meio do ano, com investimento pesado e nome capaz de mudar o patamar do elenco.

No topo da lista está Richarlison, atualmente no Tottenham, segundo o jornalista Bruno Andrade, da ESPN. O atacante agrada muito internamente e é visto como o perfil ideal para jogar ao lado de Pedro, oferecendo mobilidade, pressão sem a bola e intensidade, características que o elenco ainda não tem em abundância. Gabriel Jesus também é um nome bem quisto.
A cúpula rubro-negra trabalha com um orçamento separado de cerca de 35 milhões de euros, algo próximo de R$ 218 milhões, exclusivamente para essa operação. A ordem do presidente Luiz Eduardo Baptista, o BAP, é não perder protagonismo no mercado e deixar claro que o Flamengo seguirá ditando o ritmo das janelas.
Nomes analisados e descartes estratégicos
Outros atacantes chegaram a ser debatidos internamente, mas foram descartados por diferentes motivos. Kauã Elias, do Shakhtar, é visto como uma aposta interessante, porém não se encaixa no perfil de contratação de peso pensado para julho. Já Marcos Leonardo, que pode se transferir para o Napoli, não convence pela leitura interna de características técnicas.
Gabriel Jesus é outro nome que agrada bastante. Caso surja uma oportunidade de mercado, o Flamengo promete entrar forte na disputa, entendendo que o atacante se encaixa perfeitamente no modelo desejado pelo técnico Filipe Luís.
Plano frustrado e foco total no meio do ano
Antes disso, o Flamengo tentou Kaio Jorge, mas a pedida do Cruzeiro — 50 milhões de euros — encerrou qualquer chance de avanço. A diretoria entendeu que o valor estava completamente fora da realidade, mesmo reconhecendo o potencial do jogador.
Com isso, o Rubro-Negro ajustou o planejamento e decidiu concentrar forças na janela de julho. A estratégia é chegar com caixa, margem financeira e um alvo bem definido para fechar uma contratação que gere impacto esportivo e simbólico. O recado interno é claro: o Flamengo não vai parar em Paquetá.