Ex-árbitros divergiram sobre o lance reclamado pelo Flamengo como possível pênalti na derrota para o São Paulo, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro de 2026.

A jogada envolveu um contato de Alan Franco em Arrascaeta dentro da área e gerou debate após a partida, principalmente sobre a atuação da arbitragem de vídeo.
Para PC de Oliveira, o lance deveria ao menos ter sido revisado pelo VAR. O ex-árbitro afirmou que, em campo, a ação é difícil de perceber, mas que um ângulo exibido no fim da transmissão mostra um toque por baixo que caracteriza falta imprudente, independentemente de intenção.
Avaliação de que o toque justificaria revisão
Segundo ele, a regra trata de imprudência e não de intenção, e o VAR, ao analisar esse último ângulo, deveria ter recomendado a revisão da decisão tomada em campo.
Carlos Eugênio Simon teve entendimento oposto. Para o ex-árbitro, houve no máximo um toque leve, sem impacto suficiente para interferir na finalização de Arrascaeta, que concluiu a jogada para fora do gol. Na visão dele, a decisão da arbitragem foi correta, tanto pela não marcação quanto pela não intervenção do VAR.
Subjetividade do lance divide análises
Alfredo Loebeling destacou o caráter subjetivo da jogada. Para ele, cabe ao árbitro avaliar se o contato foi suficiente para desequilibrar o jogador, o que não ocorreu no lance analisado.
Ulisses Tavares seguiu a mesma linha ao afirmar que não viu intensidade suficiente no contato e que Arrascaeta caiu após o chute. O assunto rendeu bastante na manhã desta quinta-feira (29) e deve seguir até domingo, quando o Rubro-Negro encara o Corinthians na decisão da Supercopa Rei de 2026.