O Internacional ainda busca sua primeira vitória no Campeonato Brasileiro, uma competição na qual vem enfrentando dificuldades, com duas derrotas e dois empates até agora. Isso fez com que a equipe acumulasse apenas dois pontos em doze disputados, deixando o clube na zona de rebaixamento.

Essa situação tem preocupado bastante os bastidores, especialmente considerando as expectativas que o time tinha para a temporada. Durante uma entrevista à Itatiaia, Andrés D’Alessandro, ex-dirigente do Colorado e do Cruzeiro, falou sobre o momento do clube. Ele participou de um evento promovido pela LaLiga e SportyBet e abriu seu coração sobre o que tem acontecido.
Ele comentou sobre sua saída do Internacional no final da última temporada, falando também sobre o trabalho que realizou na Raposa e elogiando Paulo Pezzolano, que passou pelo time mineiro e atualmente é o comandante do time de Porto Alegre.
Abriu o jogo sobre os bastidores de sua saída
Ao falar sobre sua saída, D’Alessandro explicou: “Foi uma decisão pessoal. O processo foi muito rápido, bastante difícil. Não estou falando como jogador agora. Como atleta, era diferente. A gente segurava tudo. Fora do campo, é complicado porque não depende só da gente. O ano foi difícil, chegamos ao fim com um desgaste enorme.”
Ele também refletiu sobre sua trajetória, especialmente após uma passagem conturbada pelo Internacional no último ano. “Continuo aprendendo. Passei pelo Cruzeiro na minha primeira experiência com uma SAF. Tive o privilégio de voltar ao Inter fora de campo, mas isso trouxe uma responsabilidade enorme.”
Sobre a evolução na carreira, D’Alessandro destacou:
“Não foi fácil, foi complicado. Acho que podemos dividir em duas fases. O ano passado foi muito bom; conseguimos dar a volta por cima em 2024 com o Roger, que fez um trabalho extraordinário. Conseguimos classificar o time para a Libertadores. Começamos bem, vencendo o Gauchão — fazia tempo que não conquistávamos esse título. Depois do meio do ano, as coisas começaram a desandar um pouco: resultados ruins, rendimento abaixo do esperado, troca de treinador… Foi um ano difícil, complicado mesmo. Mas o objetivo principal sempre foi colocar o Internacional de volta à Primeira Divisão.”
Por fim, ele falou sobre as expectativas para os torcedores: “O ano passado foi no limite, mas acredito que este será melhor. Espero que o Inter e seus torcedores possam respirar um pouco mais tranquilos, sem passar por tanto sofrimento. Não acho que vá chegar nesse ponto porque temos um treinador muito capaz — já deu para perceber nos primeiros meses a intensidade dele, a ideia de jogo, o esquema tático e o planejamento que estão dando certo.”