Cruzeiro sobe a proposta
O Cruzeiro segue na dura missão de convencer o Zenit a vender o meio-campista Gerson na atual janela de transferências. A missão não é simples, mas o clube mineiro não dá indícios que irá desistir do ex-jogador do Flamengo, que não se adaptou ao futebol russo.

A Raposa subiu a proposta e acenou com 27 milhões de euros (R$ 171 milhões) fixos para concretizar a compra de imediato. No entanto, o clube estrangeiro segue resistindo e pede cerca de 40 milhões de euros, um valor muito acima dos padrões do futebol brasileiro.
Spindel explica negociação
Novo diretor executivo do Cruzeiro, Bruno Spindel esclareceu sobre a operação pelo meia de 28 anos e cravou: “Foco é o Gerson. Vamos resolver isso, não estamos pensando em outra coisa, a gente quer ele. Óbvio que não depende só do Cruzeiro. Mas o Zenit não precisa do dinheiro, tem que entender que é um bom negócio”, argumentou o dirigente.
O atleta estava em ótima fase no Rubro-Negro em 2025 e era titular absoluto na equipe comandada por Filipe Luís, mas decidiu se transferiu ao futebol europeu. Ele não se encaixou no time e foi defendido por Spindel:
“Jogador não é robô. Ele depende do contexto, do treinador, dos companheiros, da forma que o clube joga. Tem adaptação de cultura, tem ambiente, uma série de questões e contextos que favorecem ou não o desempenho. E a gente entende que o melhor contexto para o Gerson performar é no Cruzeiro“, disse.
Gerson mira a Copa do Mundo
Um dos grandes objetivos do jogador é voltar a atuar com regularidade e brigar por uma vaga na próxima Copa do Mundo. Gerson foi convocado algumas vezes para a Seleção Brasileira nos últimos tempos, mas perdeu espaço após frequentar o banco de reservas do Zenit.
Marcão, pai e empresário do meia, apresentou um olhar otimista sobre as negociações com o Cruzeiro e revelou o sonho de ver o atleta sendo convocado por Carlo Ancelotti para o Mundial em junho deste ano.
“É focar na Copa do Mundo, mas o projeto Cruzeiro é muito positivo para o Gerson. Ficaria muito feliz de ver meu filho na Copa. E ficar perto da Seleção, perto de todo mundo, fica mais fácil. Estou muito otimista com esse projeto”, afirmou ele, em entrevista à “Rádio Itatiaia”.