Paquetá e Alisson ajudam a escancarar o abismo financeiro entre Flamengo e Corinthians às vésperas da Supercopa do Brasil. O título do campeonato nacional será disputado no domingo (1), no Mané Garrincha, em Brasília.

Mesmo tendo sido campeões nacionais em 2025, os dois clubes chegam ao início de 2026 em cenários opostos fora de campo, com reflexos diretos nas decisões de mercado e no ambiente interno.
No Flamengo, o momento é de força máxima, com a conclusão da maior contratação da história do futebol brasileiro e a manutenção de uma política agressiva de investimentos desde 2019.
Flamengo amplia vantagem com investimentos sustentados
O retorno de Lucas Paquetá, que foi sacramentado nesta semana, reforça a capacidade financeira do clube carioca, que ultrapassou a marca de R$ 300 milhões investidos apenas no início da temporada.
O padrão de gastos elevados é acompanhado pela capacidade de honrar compromissos, o que mantém o Flamengo entre os clubes mais ativos do mercado nacional nos últimos anos. Esse volume de investimentos contrasta diretamente com a situação de seu adversário direto pelo título da Supercopa de 2026.
Corinthians enfrenta limitações e desgaste fora de campo
No Corinthians, a negociação frustrada por Alisson evidenciou a escassez de recursos, já que o clube não conseguiu viabilizar uma taxa de empréstimo considerada baixa para o mercado, que foi de R$ 1 milhão.
Apesar disso, o treinador corinthiano não parece estar contente com o elenco atual. Após a derrota para o Bahia por 2 a 1, na últim quarta-feira (28), Dorival Júnior não ficou em silêncio e confirmou que há necessidade do Timão trazer de 5 a 6 reforços ainda nessa janela de transferências, justamente por conta do alto número de jogos nessa temporada.