Fellipe Bastos critica John Textor

Durante o programa Tá na Área, do SporTV, o comentarista Fellipe Bastos não poupou críticas à decisão do Botafogo em demitir o técnico Renato Paiva logo após a eliminação no Mundial de Clubes.

Fellipe Bastos comentando no programa do SporTV – Foto: Reprodução/SporTV
Fellipe Bastos comentando no programa do SporTV – Foto: Reprodução/SporTV

Para o ex-volante, a saída precoce do treinador escancara a falta de planejamento da SAF comandada por John Textor para a temporada de 2025.Renato Paiva teve 121 dias de clube, 23 jogos, 12 vitórias, três empates e oito derrotas. (…)

(…) Foram 60 dias para escolher o técnico, ele veio, encontrou um time que funcionou com o Cuiabano e Alex Telles dobrando o lado esquerdo, mesmo com o Textor querendo o Santi Rodríguez naquela função. Quando o time começou a dar liga, começou também o problema com o dono afirmou Bastos.

Bastos questiona contratações do Botafogo

O comentarista também questionou o momento das contratações feitas especialmente para o Mundial, como Joaquín Correa, Arthur Cabral, Álvaro Montoro e Kaio Pantaleão.

— Não teve planejamento para o Carioca, nem para o Mundial. O Palmeiras planejou com antecedência, trouxe Vitor Roque e Paulinho. O Botafogo contratou de última hora. Como colocar jogador que está vindo de férias direto para um jogo decisivo? — criticou.

Renato Paiva não resistiu a derrota e eliminação no Mundial de Clubes Foto: Stu Forster)

Apesar da eliminação, Bastos lembrou que o Botafogo ainda está vivo em outras frentes e vinha se recuperando bem sob o comando de Paiva: Ele classificou o time no grupo da morte da Libertadores, avançou na Copa do Brasil, e ainda pode ser quinto colocado no Brasileiro. (…)

Demissão de Renato Paiva foi pega de surpresa pela imprensa e torcida

(…) Como justificar essa demissão agora? Foi uma decisão completamente equivocada. O Botafogo foi muito mal e mostrou que falta projeto claro para 2025 — concluiu.

A demissão de Renato Paiva pegou parte da torcida e da imprensa de surpresa e reacendeu o debate sobre a estabilidade e os rumos do clube sob a gestão de Textor.