Os dirigentes do Flamengo enfrentam uma série de problemas para resolver. Com o veto do Governo Federal sobre a operação e a publicidade das bets, o Mengão teme perder o maior patrocínio máster do futebol brasileiro.
A Betano paga cerca de R$ 268,5 milhões por ano ao clube carioca, e o vínculo foi firmado até dezembro de 2028.
Porém, os obstáculos não param por aí: o Rubro-Negro pode ter de encerrar o contrato com a Brax, referente às placas de publicidade.
Neste vínculo, o Fla recebe R$ 63 milhões. Segundo Rodrigo Mattos, do UOL Esporte, a expectativa neste momento é de uma rescisão, já que a maioria dos anunciantes vem das casas de apostas.
O mandatário rubro-negro, Bap, vem concedendo entrevistas para explicar o prejuízo que o Mengão pode sofrer com esta proibição assinada pelo chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não tenho a menor dúvida (sobre cortes). Ajustes materiais importantes acontecerão em esportes olímpicos, no futebol feminino, no futebol masculino”, revelou o dirigente flamenguista ao portal Poder360.
“Não só no Flamengo, como em outros clubes. Vai haver ajustes no número de empregados, despesas vigentes. Vai haver um efeito dominó”, completou o cartola.
As instituições esportivas estão unidas e já se movimentam nos bastidores há alguns dias para que esta decisão governamental seja revertida na Justiça. O clima é de apreensão, mas há confiança para mudar o cenário.
A principal justificativa dos presidentes é a de que esta medida é eleitoreira, já que falta apenas uma semana para o primeiro turno das eleições.
Esta pauta tem tomado conta da mídia em geral e também entre os torcedores. O assunto gera forte repercussão, e cada um tem sua opinião, seja a favor ou contra a postura do Governo Federal.





