As Bets podem ser proibidas no Brasil e, caso este cenário realmente aconteça, afetará diretamente o futebol nacional. Quase todos os clubes são patrocinados por empresas deste ramo, ou seja, é onde gira a principal engrenagem financeira deste esporte.
O Flamengo, por exemplo, tem o maior patrocínio máster da América do Sul com um contrato de R$ 268,5 milhões por temporada. O acordo foi firmado por 40 meses, mas pode ser encerrado antes caso a proibição se confirme.
Novo patrocinador master?

A reportagem do Bolavip Brasil apurou que ao menos quatro empresas já procuraram o Mengão, e uma delas sinalizou com uma proposta oficial. As cifras, no entanto, não se aproximam da quantia que a Betano paga.
O clube carioca aguarda a decisão oficial por parte do Governo Federal para realmente entender se o novo cenário exigiráfechar com um novo parceiro. O clima é de apreensão entre todas as instituições esportivas.
O jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, informou que, caso o atual acordo com a casa de apostas seja desfeito, a ruptura representaria uma queda de 20% no orçamento do Rubro-Negro Carioca, um impacto severo nos cofres.
O mandatário flamenguista, Bap, lidera o movimento dos clubes para colocar pressão no Governo, com o objetivo de que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reverta a decisão que prometeu oficializar.
O futebol brasileiro cresceu muito ao longo dos últimos anos devido a estes patrocínios. Se a proibição entrar em vigor, muitas equipes sofrerão para manter o investimento atual.
O CRF ainda tem condições de buscar um novo patrocinador milionário, ainda que com cifras inferiores às que recebe agora, mas continuará sendo a instituição mais rica do país.
Antes da chegada destas companhias de apostas, o Flamengo já era dominante no futebol nacional, e a tendência é a de que este panorama não mude, mas os profissionais que trabalham no departamento financeiro já sabem que terão um grande desafio pela frente.
Bastidores do Fla
Bap cobra desta pasta para que uma alternativa esteja encaminhada caso o chefe do Executivo cumpra a promessa de vetar a publicidade e a operação destas plataformas no Brasil.





