A eliminação do Vasco ontem (20) pelo Boca Juniors, em pleno Maracanã, na semifinal da Copa Sul-Americana, acende um alerta para o Flamengo não subestimar os argentinos.
Logicamente, os jogadores rubro-negros estão muito acostumados com esses tipos de embates decisivos, mas todo cuidado é pouco. O Estudiantes é um clube que venceu a mesma quantidade de títulos do clube carioca na Libertadores (quatro para cada) e tem tradição.

Histórico dos argentinos fora de casa nesta Liberta
Além disso, o adversário empatou nas oitavas e nas quartas dentro de casa e mostrou força longe de seus domínios, vencendo esses confrontos contra Universidad Católica e Corinthians.
O Maracanã estará lotado, a Nação também está acostumada com esse tipo de duelo e vai empurrar o time desde o início. Cabe aos atletas justificarem em campo, já que não irá faltar apoio.
O Flamengo pode chegar à quinta final de Libertadores desde 2019 e, quem sabe, buscar o penta continental. Seria um feito histórico e inédito para o futebol brasileiro.
Vale lembrar que o Rubro-Negro Carioca é o único representante do Brasil a ter quatro títulos da competição. É essa ambição que o clube construiu há muitos anos e hoje se tornou uma equipe que impõe muito respeito.
Confrontos sempre complicados
O Estudiantes, por sua vez, vem com gostinho de revanche, já que foi eliminado pelo próprio Mengão no ano passado, nas quartas de final, nos pênaltis. Todos os encontros entre eles foram bem difíceis.
Os jogadores flamenguistas sabem disso e precisam entrar focados na mesma sintonia: buscar a vaga na final. Todo mundo já sabe que os argentinos vão catimbar e tentar amarrar o jogo o tempo todo.
Não adianta cair nessa arapuca formada, porque isso pode complicar a vida do Flamengo nesta edição do torneio. Os rubro-negros esperam que Jardim tenha um plano bem definido para os comandados.
Está chegando o momento decisivo!
É uma decisão que mexe com a emoção de todo mundo, seja profissional, treinador, torcedor e até mesmo aquele que gosta de assistir a uma boa partida de futebol. Como diz Galvão Bueno, haja coração.





