A Netflix estreou neste fim de semana o filme Munique: No Limite da Guerra, que conta uma história sobre espionagem no período pré-Segunda Guerra Mundial, momento em que a Europa inteira estava à espera do pior com a ascensão do nazismo.

A história se passa em 1938, com a Europa prestes a entrar em guerra e Adolf Hitler anunciava seus planos para invadir a Tchecoslováquia. O governo de Neville Chamberlain (Jeremy Irons) buscava desesperadamente uma solução pacífica, mas a pressão não parava de aumentar.

O oficial britânico Hugh Legat (George MacKay) e o diplomata alemão Paul von Hartmann (August Diehl) viajam a Munique para uma conferência de emergência. Conforme as negociações avançam, os dois amigos se envolvem numa teia de artifícios políticos e perigos reais. O mundo está observando, mas será que é possível evitar a guerra?

Tensão crescente

Munique: No Limite da Guerra conta direção de Christian Schwochow, que dirigiu um outro filme de grande sucesso na Netflix: Je Suis Karl, que falava sobre a ascensão da extrema-direita na Europa nos dias atuais. Agora, ele volta ao passado para falar do mesmo tema, e ressaltar a importância do combate a esse tipo de doutrina.

O filme é baseado no best-seller Munique, de Robert Harris, e ganha força com ótimas atuações e uma direção afiada, que mostra uma tensão crescente. Mesmo sabendo como a história termina, ainda assim o enredo deixa o espectador à beira da cadeira. Veja a crítica no vídeo acima. O filme já está no streaming.

Veja também a crítica sobre outra estreia da semana, a série Temporada de Verão.