As polêmicas entre as Coleguinhas não acabaram. De acordo com o site Notícias da tv, Simaria teria tentado registrar a marca em 2014, antes das brigas acontecerem. Ela teria ido ao instituto Da Propriedade Industrial (INPI), como pessoa física, sem vínculo com a produtora que ela tem com a irmã - bem  antes da separação das duas.

Ainda segundo as informações divulgadas pelo site, Simaria teria entrado com o pedido em 4 de fevereiro de 2014, mas logo foi negado pelo próprio instituto. Na época, a “coleguinha” ainda era casada com o seu ex-marido Vicente Escrig e, por isso, assinava como Simaria Mendes Rocha Escrig. Este suposto assunto, não veio ao conhecimento do público no ocasião.

Em 2016, a cantora apresentou recurso da marca, que supostamente seria de ambas com o nome as Coleguinhas, mas a decisão continuou sendo mantida pelo instituo Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Desde então, os boatos sobre a carreira e vida pessoal das cantoras têm tomado espaço no meio artístico há semanas, desde o afastamento de Simaria. 

Após a entrevista concedida ao jornalista Léo Dias, Simaria expôs divergências com a sua irmã, que vieram a estreitar a relação das duas, além de anunciar que por tempo indeterminado se afastaria dos palcos, deixando sua irmã Simone em carreira solo. A artista também relatou algumas “tretas”, e hoje Simone segue cumprindo a agenda de shows normalmente.