Na última quinta-feira (17/11), o empresário Elon Musk, novo CEO do Twitter, realizou uma nova leva de demissões na plataforma. O motivo, desta vez, teria sido por inúmeras mensagens internas trocadas por funcionários, que zombavam do novo dono.

Após a decisão de desligamento, a sede do Twitter, em Los Angeles, foi tomada por palavras ofensivas para o bilionário. Na parede da entrada, algumas frases foram projetadas direcionadas a ele, entre elas: “bebê falido”, “espinha petulante”, “acumulador cruel”, “moleque medíocre”, “pressionado por privilégio”, “megalomaníaco” e “bilionário inútil”.

Segundo o The Vergue, o motivo da comoção por parte dos funcionários teria sido após a equipe receber um formulário, onde deveriam dizer se estavam prontos para trabalhar no chamado “Twitter 2.0”. Para continuar na empresa, os empregados deveriam marcar “sim”, para as mudanças internas e externas. 

Segundo o jornal americano, que teve acesso ao formulário, a mensagem informava aos funcionários que os mesmos teriam que trabalhar ‘intensamente’: “No futuro, para construir um Twitter 2.0 inovador e ter sucesso em um mundo cada vez mais competitivo, precisaremos ser extremamente hardcore. Isso significa trabalhar longas horas em alta intensidade. Apenas um desempenho excepcional constituirá uma nota de aprovação”.