Segundo informações do Conselho Federal de Farmácia, o Brasil está entre os dez países que mais consomem remédios no mundo. Segundo informações da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma),  a previsão é que o mercado farmacêutico movimente entre US$ 39 e 43 bilhões em 2023, vendendo aproximadamente 238 milhões de doses de medicamentos.

IQVIA (empresa líder global no fornecimento de informação no setor clínico) analisou quais foram os remédios mais consumidos pelos brasileiros entre abril de 2020 e de 2021. No topo da lista, está o ivermectina, remédio que virou pauta nacional durante a pandemia de covid 19.

1) Ivermectina: apesar da popularidade do remédio durante o início da pandemia do coronavírus, o medicamento não é indicado para o tratamento da doença, segundo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De acordo com a bula do remédio, ele é recomendado para o tratamento de infecções causadas por vermes e parasitas.

2) Saxenda: o medicamento deve ser usado para o controle de peso em adultos e adolescentes, a partir de 12 anos, com índice corporal acima de 60 kg, segundo informações da Anvisa.

3) Glifage XR: segundo afirma a bula do remédio, normalmente é indicado no tratamento de diabetes tipo 2, associado a uma dieta equilibrada, mas também pode ser utilizado em casos de diabetes tipo 1, em complementação com a insulinoterapia. Entretanto, não é indicado para pessoas com problemas no fígado, rins, desidratadas e que consomem bebida alcoólica em excesso.

4) Aradois: O aradois, também conhecido como Losartana, e é indicado em casos de hipertensão e insuficiência cardíaca. Porém, é contraindicado para gestantes, diabéticos e pessoas com problemas na função hepática.

5) Ozempic: esse medicamento também usado no tratamento de diabetes tipo 2. Conforme informações da Anvisa, apresentado como solução injetável, ele deve ser utilizado somente com prescrição médica.

Vale ressaltar que, antes de tomar qualquer medicamento citado acima, é recomendado passar por um médico especialista antes. Em alguns casos, alguns dos remédios precisam de receita médica para poderem ser comprados.